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Nessa conversa tive a oportunidade de sentar em círculo com 4 mulheres que admiro e que passaram por acontecimentos marcantes e profundos que serviram como recomeços, ou melhor, processos iniciáticos.
Juntas, mergulhamos em momentos de dor para compreender o papel importante de "aceitar a dor" como parte do processo. Como aprendi com a Sajeeva: do outro lado da dor tem o amor!
É preciso ir ganhando intimidade com a dor, alquimizando ela no corpo físico, na matéria. Entendendo a dor como uma passagem e não como a finalidade. A partir da aceitação eu me rendo e aquilo começa a ser transformado.
"Viver um processo é o ato de seguir caminhando mesmo na existência de uma dor. Reconheço e sigo caminhando na dor sem estagnar, sem me paralisar, na medida em que for possível, na medida do meu limite" Mari Coelho.
By Maria BarrettoNessa conversa tive a oportunidade de sentar em círculo com 4 mulheres que admiro e que passaram por acontecimentos marcantes e profundos que serviram como recomeços, ou melhor, processos iniciáticos.
Juntas, mergulhamos em momentos de dor para compreender o papel importante de "aceitar a dor" como parte do processo. Como aprendi com a Sajeeva: do outro lado da dor tem o amor!
É preciso ir ganhando intimidade com a dor, alquimizando ela no corpo físico, na matéria. Entendendo a dor como uma passagem e não como a finalidade. A partir da aceitação eu me rendo e aquilo começa a ser transformado.
"Viver um processo é o ato de seguir caminhando mesmo na existência de uma dor. Reconheço e sigo caminhando na dor sem estagnar, sem me paralisar, na medida em que for possível, na medida do meu limite" Mari Coelho.