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Olá, querido tempo. Amedrontas-me. Escondo-me de ti e esqueço-me de viver. No meu esconderijo observo a tua sombra dançante que sinaliza a tua passagem, o teu acordo com os astros. Tu, porém, não me vês. Estou segura - penso para mim. E aqui o tempo passa mas não o temo, porque ele não me vê. Agora, com o rolo quase em branco, percebi. O tempo, afinal, vinha apenas chamar-me para brincar... mas eu interpretei-o mal. Esse rolo da minha vida está cheio de frames vazios... não tem memórias, não tem sorrisos, não tem aprendizagens, não tem contos de coragem, quedas ou ascenções... está vazio.
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By Ana TerraOlá, querido tempo. Amedrontas-me. Escondo-me de ti e esqueço-me de viver. No meu esconderijo observo a tua sombra dançante que sinaliza a tua passagem, o teu acordo com os astros. Tu, porém, não me vês. Estou segura - penso para mim. E aqui o tempo passa mas não o temo, porque ele não me vê. Agora, com o rolo quase em branco, percebi. O tempo, afinal, vinha apenas chamar-me para brincar... mas eu interpretei-o mal. Esse rolo da minha vida está cheio de frames vazios... não tem memórias, não tem sorrisos, não tem aprendizagens, não tem contos de coragem, quedas ou ascenções... está vazio.
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