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O primeiro programa inédito do ano do Paraíba de Fato foi ao ar no último sábado (15). Por meio de uma entrevista com Felipe Proenço, da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares, o destaque desta edição foi a pandemia da Covid-19 e a epidemia da influenza A H3N2. “Diferenciar essas duas condições é um tanto difícil. Basicamente, o que consegue chegar a alguma diferenciação, seria a própria testagem para Covid”, afirma Felipe.
O médico ainda explica que tem sido tema de debate, no campo científico, o motivo de estarmos vivenciando uma epidemia de H3N2, já que na região Nordeste, os quadros de gripe/vírus respiratórios são mais comuns nos meses de março e abril. Em nenhuma região do Brasil, era esperada a epidemia de gripe no início do ano. “Estar se atribuindo isso a dois fatores principais: 1) relaxamento do uso das medidas de etiqueta respiratória, como diminuição da utilização de máscara e das estratégias de isolamento e distanciamento social; e 2) a campanha da gripe, no ano passado, foi no mesmo período do início da vacinação contra a Covid-19, assim, houve uma menor adesão à vacina da gripe, comparado aos anos anteriores”, complementa.
Outro assunto do Paraíba de Fato foi a vacinação infantil, que começou no domingo (16). Seguindo a edição, a cantora e compositora Polyana Resende fez um comentário em alusão ao Dia Mundial do Compositor, comemorado no dia 15 de dezembro. Ela falou do seu trabalho e do cenário dessa profissão na Paraíba. O programa teve também o quadro Hora do Esporte, pautando a previsão do calendário esportivo para o estado e o quadro Nordeste em 20 minutos, com assuntos da região.
By Programa Paraíba de FatoO primeiro programa inédito do ano do Paraíba de Fato foi ao ar no último sábado (15). Por meio de uma entrevista com Felipe Proenço, da Rede Nacional de Médicas e Médicos Populares, o destaque desta edição foi a pandemia da Covid-19 e a epidemia da influenza A H3N2. “Diferenciar essas duas condições é um tanto difícil. Basicamente, o que consegue chegar a alguma diferenciação, seria a própria testagem para Covid”, afirma Felipe.
O médico ainda explica que tem sido tema de debate, no campo científico, o motivo de estarmos vivenciando uma epidemia de H3N2, já que na região Nordeste, os quadros de gripe/vírus respiratórios são mais comuns nos meses de março e abril. Em nenhuma região do Brasil, era esperada a epidemia de gripe no início do ano. “Estar se atribuindo isso a dois fatores principais: 1) relaxamento do uso das medidas de etiqueta respiratória, como diminuição da utilização de máscara e das estratégias de isolamento e distanciamento social; e 2) a campanha da gripe, no ano passado, foi no mesmo período do início da vacinação contra a Covid-19, assim, houve uma menor adesão à vacina da gripe, comparado aos anos anteriores”, complementa.
Outro assunto do Paraíba de Fato foi a vacinação infantil, que começou no domingo (16). Seguindo a edição, a cantora e compositora Polyana Resende fez um comentário em alusão ao Dia Mundial do Compositor, comemorado no dia 15 de dezembro. Ela falou do seu trabalho e do cenário dessa profissão na Paraíba. O programa teve também o quadro Hora do Esporte, pautando a previsão do calendário esportivo para o estado e o quadro Nordeste em 20 minutos, com assuntos da região.