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O dom de línguas chama atenção, mas é possível se impressionar com o fenômeno e ainda não perceber o que ele estava comunicando.
O extraordinário estava diante dos olhos de todos, mas entender o significado daquele sinal exigia olhar além do que estava acontecendo naquele momento, e se perguntar:
O que exatamente estava sendo sinalizado quando alguém falava em línguas?
A resposta começa a aparecer quando o Pentecostes deixa de ser observado como um acontecimento isolado e ocupa seu lugar dentro da história bíblica.
E aquilo que parecia apenas um fenômeno extraordinário isolado passa a carregar um significado muito mais específico.
Neste episódio, caminhamos pelas Escrituras, do Antigo ao Novo Testamento, seguindo essa história até compreender o propósito de Deus ao conceder línguas aos homens.
E quando esses pontos começam a se conectar, o Pentecostes deixa de ser apenas o relato de um fenômeno extraordinário e passa a revelar uma história muito maior.
Um exame das Escrituras que mostra, mais uma vez, por que a fé reformada não é apenas cinco pontos. Ela é muito +Q5PONTOS.
O Estado não é dono dos seus filhos.
Se eles pertencem ao Senhor, a educação deles também não pode ser tratada como uma área neutra da vida.
Toda educação transmite uma visão de mundo.
É por isso que a responsabilidade dos pais vai muito além de escolher uma boa escola ou preparar os filhos para uma profissão.
A questão é mais profunda:
para que Deus quer que seus filhos sejam educados?
No novo episódio do +Q5PONTOS, vamos às Escrituras para entender por que a educação dos filhos é uma responsabilidade pactual e o que isso exige dos pais cristãos.
O cristão não foi chamado a fugir da cultura, mas também não pode se entregar a ela sem discernimento.
Séries, jogos e tendências podem tornar comum diante dos nossos olhos aquilo que Deus chama de pecado, até que a conformidade com o mundo já esteja muito mais profunda em nossos corações.
Neste episódio, colocamos a cultura popular diante da Escritura para perguntar como viver dentro da cultura sem sermos conformados por ela e como cultivá-la para a glória de Deus.
Medite seriamente: o seu lazer tem glorificado a Deus?
Uma depressão profunda pode atingir alguém que realmente crê em Deus.
E, se isso é verdade, algumas das respostas mais comuns dentro da própria igreja começam a ficar difíceis de sustentar.
E quando encontramos na própria Escritura servos de Deus atravessando abatimentos que não cabem em explicações rápidas, a questão fica mais séria ainda.
O problema já não se limita a perguntar se um crente pode ou não ter depressão.
Precisamos descobrir como a própria Bíblia nos ensina a discernir esse sofrimento e como atravessar esse vale sem abandonar a fé.
Neste episódio do +Q5PONTOS, abrimos as Escrituras para enfrentar essa pergunta com a seriedade que ela exige.
Assista até o fim e compartilhe com alguém que precisa participar dessa conversa.
Este episódio apresenta uma abordagem pastoral e teológica e não substitui avaliação ou acompanhamento profissional de saúde quando necessários.
A discussão sobre o batismo infantil normalmente começa com uma pergunta: onde o Novo Testamento manda batizar crianças?
Mas essa pergunta pode começar tarde demais na história.
Durante séculos, os filhos dos crentes receberam o sinal da aliança, participaram da vida do povo de Deus e cresceram debaixo das mesmas promessas anunciadas aos seus pais. Quando chegamos ao Novo Testamento, a questão passa a ser outra: em que momento Deus declarou que essas crianças deixaram de pertencer ao seu povo?
É aqui que o batismo infantil deixa de ser uma discussão sobre idade e passa a revelar algo muito maior sobre a maneira como lemos a Bíblia.
Neste episódio, conversamos sobre a relação entre circuncisão e batismo, a continuidade entre Antigo e Novo Testamento, a promessa feita a Abraão e sua descendência, o significado de pertencer à aliança e por que Pedro ainda pode anunciar em Pentecostes que “a promessa é para vós e para vossos filhos”.
Isso não significa afirmar que o batismo salva automaticamente uma criança. A própria Escritura mostra que pertencer à aliança envolve promessas reais, responsabilidades reais e também a necessidade de fé.
Por isso, antes de perguntar se existe um versículo dizendo “batize seus filhos”, precisamos fazer uma pergunta ainda mais profunda:
O que aconteceu com os filhos da aliança quando chegou o Novo Testamento?
Assista ao episódio completo e acompanhe o argumento a partir da história inteira das Escrituras.
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Uma igreja não precisa rejeitar a Bíblia para deixar de ouvir todo o conselho de Deus. Basta que o púlpito pregue sempre as mesmas partes dela.
Porque quando os textos preferidos, os temas mais seguros e as necessidades do momento determinam o sermão, a Palavra continua aberta, mas a igreja passa a ser alimentada por uma seleção humana. A tendência é que a igreja fique muito boa em alguns assuntos e permaneça ignorante onde a Escritura nunca teve espaço para falar. E isso cria uma fraqueza que só cresce no nosso meio.
A pregação de toda a Escritura muda essa lógica. Antes de perguntar o que parece útil, relevante ou prático, o pregador precisa confiar que Deus sabe do que seu povo necessita. Se toda a Escritura foi soprada por Ele e é útil para formar a igreja, nenhuma parte pode ser tratada como dispensável.
Neste episódio, conversamos sobre Tota Scriptura, pregação expositiva e o dever de anunciar todo o conselho de Deus. A questão vai além de quantos livros bíblicos chegam ao púlpito. É quem determina o alimento da igreja: as preferências do pregador ou a Palavra de Deus.
Assista até o final e entenda por que pregar toda a Bíblia é uma questão de fidelidade, santificação e confiança no poder da Palavra.
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Durante muito tempo, muitos cristãos aprenderam a enxergar o trabalho apenas como uma necessidade para sobreviver ou como uma consequência da queda. Mas essa nunca foi a perspectiva das Escrituras.
Neste episódio, conversamos sobre a ética do trabalho à luz das escrituras, e mostramos por que Deus criou o homem para trabalhar antes mesmo da entrada do pecado no mundo. O trabalho não é uma maldição. É parte da vocação humana e uma das principais formas de glorificar a Deus, servir ao próximo e desenvolver responsavelmente a criação.
Ao longo da conversa, discutimos temas como o Mandato Cultural em Gênesis, a dignidade do trabalho, o serviço ao próximo, a mordomia da criação, a diferença entre desenvolvimento e exploração, além da responsabilidade cristã diante da diligência, da preguiça e da dependência.
Se o trabalho ocupa boa parte da nossa vida, entender o que Deus diz sobre ele muda completamente a forma como vivemos todos os dias.
📖 Assista até o final e descubra por que a ética do trabalho é muito mais profunda do que apenas ter uma profissão.
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A boca fala do que o coração está cheio, mas como saber o que há no coração se não for perguntado?
A escola, as redes sociais e as cosmovisões modernas já estão formando o coração dos nossos filhos muito antes de qualquer conversa sobre fé. Enquanto esperamos a "idade da razão" para começar a instruir, outros já começaram. Provérbios 22:6 não dá uma idade. Chama para uma responsabilidade que começa bem cedo.
A catequese é o instrumento que a Igreja desenvolveu para resolver este problema.
Ela funciona como um sonar: a pergunta é feita, e o que ressoa na resposta revela o que há lá dentro. Por séculos foi a arma mais eficaz que a Igreja usou para formar corações e blindar uma geração contra cosmovisões que trabalham para deformar.
Não é prática do passado. É a defesa mais testada que temos, e precisa voltar.
Sua família e sua igreja já usam a catequese como ferramenta de formação? Comenta aqui 👇
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Cristo não surgiu do nada caindo de paraquedas na narrativa bíblica. E nossa mentalidade atual não consegue enxergar isso. Perceba.
O jeito evangélico de pensar que vivemos hoje, não consegue entender que o Antigo Testamento pregava o mesmo evangelho dos apóstolos, mas em um momento diferente da história.
Como podemos entender? Se o pouco que é pregado do antigo evangelho, é como se fosse uma história de “era uma vez”. E o novo testamento pregado como uma novidade que surgiu do nada.
Sem a relação inseparável dos dois momentos em que o evangelho foi pregado, jamais viveremos a salvação revelada em toda a bíblia.
Moisés pregava Cristo. Os apóstolos pregavam as promessas dadas a Moisés cumpridas em Cristo. É uma história só
O Antigo Testamento é tratado como mito ou como evangelho que aponta para Cristo na sua igreja?
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A teoria da evolução e o relato de Gênesis não estão apenas em tensão. Um deles precisa estar errado.
A evolução teísta promete reconciliar Darwin com a Bíblia. Parece razoável — até você perceber o que ela exige. Exige que Gênesis não seja confiável como história. Que Adão talvez não tenha existido. Que a morte veio antes do pecado. Que o caráter de Deus se curve à teoria científica dominante.
Não podemos ignorar a ciência. Mas também não podemos deixar que ideologias vestidas de ciência reescrevam o que a Palavra de Deus diz com clareza.
"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz para os meus caminhos” Salmo 119.105. A fé verdadeira Começa pela Palavra e julga tudo a partir dela.
Você acredita que Gênesis pode ser lido como história real ou a ciência moderna mudou isso pra você? Comenta aqui 👇
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