Rede Amigo Espírita

Qs 594-595 - A Comunicação Dos Animais


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Live: 10/12/2024
Estudo: O LIVRO DOS ESPÍRITOS
Tema: A COMUNICAÇÃO DOS ANIMAIS
Apresentação: Carlos Alberto Braga Costa
Reunião Pública realizada na Fraternidade de Estudos Espírita Allan Kardec com público presencial, transmitida pelos Canais GÊNESETV e RAETV. Estudo sequencial da Obra Básica da Doutrina Espírita.
***Fonte: O Livro dos Espíritos - 594-595
594. Os animais têm alguma linguagem?
“Se vos referis a uma linguagem formada de sílabas e palavras, não;
se pensais num meio de se comunicarem entre si, eles têm linguagem.
Dizem uns aos outros muito mais coisas do que imaginais. A
linguagem deles, porém, assim como as ideias que possam ter, são
limitadas às suas necessidades.”
594-a. Há animais que não têm voz. Estes não parecem destituídos de linguagem?
“Eles se compreendem por outros meios. Oh! homens, para vos
comunicardes reciprocamente, só dispondes da palavra? Que dizeis
dos mudos? Sendo dotados da vida de relação, os animais
têm meios de se prevenirem e de exprimirem as sensações que
experimentam. Julgais que os peixes não se entendem entre si?
O homem, pois, não goza do privilégio exclusivo da linguagem.
Enquanto a dos animais é instintiva e limitada pelo círculo de
suas necessidades e ideias, a linguagem do homem é perfectível e
se presta a todas as concepções da sua inteligência.”
De fato, os peixes que, como as andorinhas, emigram em massa, obedientes
ao guia que os conduz, devem ter meios de se comunicarem, de se
entenderem e de entrarem em acordo. É possível que disponham de uma
vista mais penetrante, que lhes permita distinguir os sinais que façam
entre si. Pode ser também que a água seja um veículo que lhes transmita
certas vibrações. Seja como for, é incontestável que dispõem de meios
para se entenderem, assim como todos os animais que, embora privados
de voz, fazem trabalhos em comum. Diante disso, devemos nos admirar
de que os Espíritos possam comunicar-se entre si, sem o auxílio da palavra
articulada? (282)
595. Os animais gozam do livre-arbítrio de seus atos?
“Os animais não são simples máquinas, como supondes. Contudo,
a liberdade de ação de que desfrutam é limitada às suas necessidades,
não podendo ser comparada à do homem. Por serem
muito inferiores ao homem, os animais não têm os mesmos deveres.
A liberdade de que gozam é restrita aos atos da vida material.”
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