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Os quadrinhos sempre serviram de apoio para uma nova geração, principalmente na alfabetização. Houve um tempo onde eles tiveram seu acesso mais restrito aos jovens, com o Comics Code nos Estados Unidos, no pós-guerra, Guerra fria (1950). E também com o Código de ética no Brasil.
A comunicação através da arte gráfica existe desde os primórdios, grande exemplo são as pinturas rupestres nas paredes das cavernas na pré-história. O termo “Uma imagem diz mais que mil palavras” nunca caiu tão bem.
No início, os quadrinhos eram usados apenas como entretenimento geral, principalmente para o público jovem, mas logo ganhou também o gosto popular entre os adultos, com histórias voltadas para uma idade mais madura que traziam humor ácido, terror e até erotismo.
Não demorou para eles ganharem também as salas de aula, através das tiras, usadas até hoje, nas aulas de português e gramática. Também nas aulas de história, filosofia, dentre outras, que poderiam “livremente” (dependendo da época e contexto político-social) recorrerem às histórias em quadrinhos, bibliográficas, jornalísticas e adaptações da literatura.
Hoje já é possível recorrer ao formato para apoio nas mais diversas áreas da educação, existindo quadrinhos produzidos especificamente com essa intenção. A alta diversidade de temas também torna possível essa inclusão nas mais diversas áreas da educação escolar, seja na primeira fase do ensino básico ao superior.
Carlos, Monique, Rafa, e o Convidado Prof. Doutor Edgar Smaniotto (filósofo)apresentam suas perspectivas sobre assunto, e discutindo sobre como utilizar as Histórias em quadrinhos na educação.
Sigam a gente nas redes sociais:
Carlos: @yelloww_paper
Monique: @mdmazzoli
Rafa: @multiverson38
Edgar: @filosofoedgarsmaniotto
Não perca esse Bate-Papo maneiro.
Dúvidas e sugestões pelo e-mail: [email protected]
By Yellow TalkOs quadrinhos sempre serviram de apoio para uma nova geração, principalmente na alfabetização. Houve um tempo onde eles tiveram seu acesso mais restrito aos jovens, com o Comics Code nos Estados Unidos, no pós-guerra, Guerra fria (1950). E também com o Código de ética no Brasil.
A comunicação através da arte gráfica existe desde os primórdios, grande exemplo são as pinturas rupestres nas paredes das cavernas na pré-história. O termo “Uma imagem diz mais que mil palavras” nunca caiu tão bem.
No início, os quadrinhos eram usados apenas como entretenimento geral, principalmente para o público jovem, mas logo ganhou também o gosto popular entre os adultos, com histórias voltadas para uma idade mais madura que traziam humor ácido, terror e até erotismo.
Não demorou para eles ganharem também as salas de aula, através das tiras, usadas até hoje, nas aulas de português e gramática. Também nas aulas de história, filosofia, dentre outras, que poderiam “livremente” (dependendo da época e contexto político-social) recorrerem às histórias em quadrinhos, bibliográficas, jornalísticas e adaptações da literatura.
Hoje já é possível recorrer ao formato para apoio nas mais diversas áreas da educação, existindo quadrinhos produzidos especificamente com essa intenção. A alta diversidade de temas também torna possível essa inclusão nas mais diversas áreas da educação escolar, seja na primeira fase do ensino básico ao superior.
Carlos, Monique, Rafa, e o Convidado Prof. Doutor Edgar Smaniotto (filósofo)apresentam suas perspectivas sobre assunto, e discutindo sobre como utilizar as Histórias em quadrinhos na educação.
Sigam a gente nas redes sociais:
Carlos: @yelloww_paper
Monique: @mdmazzoli
Rafa: @multiverson38
Edgar: @filosofoedgarsmaniotto
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