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Em resposta às legislações promulgadas no Texas e na Flórida em 2021, as entidades representativas das grandes empresas de tecnologia argumentam veementemente contra sua equiparação a empresas de telecomunicações ou ferrovias.
Estas últimas são consideradas provedoras de serviços essenciais, sujeitas a obrigações de neutralidade, não discriminação e regulamentação.
Tais leis visam restringir a capacidade das gigantes tecnológicas de moderar conteúdo de maneira discricionária, proibindo a remoção ou redução da visibilidade de postagens, bem como a expulsão de usuários, sem a devida justificação.
Para explicar mais sobre a regulamentação das redes e qual será o futuro delas, Isabella Faria recebe a repórter especial Patrícia Campos Mello.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
By Folha de S.PauloEm resposta às legislações promulgadas no Texas e na Flórida em 2021, as entidades representativas das grandes empresas de tecnologia argumentam veementemente contra sua equiparação a empresas de telecomunicações ou ferrovias.
Estas últimas são consideradas provedoras de serviços essenciais, sujeitas a obrigações de neutralidade, não discriminação e regulamentação.
Tais leis visam restringir a capacidade das gigantes tecnológicas de moderar conteúdo de maneira discricionária, proibindo a remoção ou redução da visibilidade de postagens, bem como a expulsão de usuários, sem a devida justificação.
Para explicar mais sobre a regulamentação das redes e qual será o futuro delas, Isabella Faria recebe a repórter especial Patrícia Campos Mello.
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