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As vezes nos sentimos como se todaluta fosse uma morte vivenciada em nosso íntimo. Elas de fato são.
Já dizia Belchior “Ano passado eumorri, mas este ano eu não morro!!!”. A grande questão é:Seguimos morrendotodos os anos. Na busca incessante por construirmos algo e sermos algo,seguimos morrendo todos os anos, ou de tempos em tempos. Ano passado eu morri eprovavelmente morrerei mais três vezes este ano. Finalmente podemos entenderque morrer todos os anos não é um grito de socorro. Morrer todos os anos é umconvite ao renascimento. Compreendemos que morremos todos os anos para darespaço a novas versões de nós mesmos que clamam para viver.
E que clamam para se curar.
By Gabriela Malta e Fernanda RosaAs vezes nos sentimos como se todaluta fosse uma morte vivenciada em nosso íntimo. Elas de fato são.
Já dizia Belchior “Ano passado eumorri, mas este ano eu não morro!!!”. A grande questão é:Seguimos morrendotodos os anos. Na busca incessante por construirmos algo e sermos algo,seguimos morrendo todos os anos, ou de tempos em tempos. Ano passado eu morri eprovavelmente morrerei mais três vezes este ano. Finalmente podemos entenderque morrer todos os anos não é um grito de socorro. Morrer todos os anos é umconvite ao renascimento. Compreendemos que morremos todos os anos para darespaço a novas versões de nós mesmos que clamam para viver.
E que clamam para se curar.