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Desde que as taxas de juros dos títulos americanos atingiram sua máxima na última quinzena de outubro, dados favoráveis vindos da economia americana derrubaram essas taxas e aumentaram o apetite ao risco. Os países emergentes voltaram ao foco dos investidores globais e o Brasil foi um dos grandes beneficiados. Por aqui, a dinâmica benigna da inflação no curto prazo e uma balança comercial pujante renovaram as esperanças de que a Selic terminará 2024 em um único dígito. Por outro lado, o risco permanece sendo a situação fiscal do país.
#investimentos #mercadofinanceiro #dinheiro
By Leonardo B. PivetaDesde que as taxas de juros dos títulos americanos atingiram sua máxima na última quinzena de outubro, dados favoráveis vindos da economia americana derrubaram essas taxas e aumentaram o apetite ao risco. Os países emergentes voltaram ao foco dos investidores globais e o Brasil foi um dos grandes beneficiados. Por aqui, a dinâmica benigna da inflação no curto prazo e uma balança comercial pujante renovaram as esperanças de que a Selic terminará 2024 em um único dígito. Por outro lado, o risco permanece sendo a situação fiscal do país.
#investimentos #mercadofinanceiro #dinheiro