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A Arena da Baixada é conhecida pela forte presença feminina em suas arquibancadas, mas essa não é uma regra praticada em outros estádios pelo mundo afora. Aliás, a praça de futebol, muitas vezes, se mostrou um campo hostil para mulheres. Mas, felizmente, temos visto cada vez mais mulheres desbravando esse ambiente, se reunindo e exercendo o direito de ocupar o seu lugar ao lado dos seus times do coração.
Façamos justiça ao Athletico, esse sempre foi um clube que fomentou a frequência feminina e que é berço de grandes torcedoras. As AtleticanÍssimas são fruto dessa vivência de arquibancada e surgiram pelo ímpeto da resenha futebolística. Mas, a união de tantas atleticanas nos atribuiu um propósito e despertou o interesse de fazer mais pelo clube, pelo futebol feminino, por outras mulheres e por todas nós. Hoje, vivemos o Athletico, nos apoiamos, refletimos, produzimos conteúdo de qualidade e sempre lutaremos por igualdade e pela mitigação de preconceitos. E, nem mesmo a pandemia e todo o distanciamento físico, foram capazes de brecar as nossas ações e interações. Se o estádio e a mesa de bar precisaram esperar, muitas outras formas de vivenciar essa paixão surgiram. A criatividade e força de vontade tem feito a diferença. Apoio, conteúdo, podcast, reuniões online, lives, resenhas remotas e tantos outros projetos preencheram os nossos dias e permitiram que não nos desconectássemos da nossa paixão. A propósito, em uma pesquisa feita em 2020, o Brasil liderava o ranking de países onde a produção de podcasts mais cresceu desde o início daquele ano. Este podcast que você está ouvindo nasceu em 2020, fruto desse grupo que surgiu pequenininho 5 anos atrás. E para celebrar esses anos incríveis que estivemos juntas, uma apoiando a outra e vivendo o futebol intensamente, vamos contar um pouco sobre a nossa organização, nossos projetos e sobre como essa engrenagem funciona. Com a participação de Michelle Cardoso e Ana Carolina de Souza, vem com a gente conhecer os bastidores das Atleticaníssimas.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Milene Szaikowski
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Twitter: @atleticanissima
Quando o futebol chegou aqui no Brasil, era um esporte amador. Mesmo depois de sua profissionalização, a categoria amadora continuou a existir e segue firme e forte até hoje. Temos diversos campeonatos, de norte a sul do país, que foram se consolidando ao longo do tempo. O futebol de várzea, além de ser uma diversão para atletas e torcidas, também pode revelar diversos jogadores para os times profissionais. Bruno Henrique, do Flamengo, jogava pelo Inconfidência de Minas antes de ser contratado pelo Cruzeiro, e Renan Lodi jogava pelo Trieste - clube amador curitibano famoso por revelar diversos jogadores -, antes de aparecer no Athletico. Neste episódio, com a participação da repórter Luana Kaseker e da diretora de futebol do Imperial FC, Mylena Coelho, vamos conversar sobre como anda o futebol amador no estado do Paraná.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Daiane Luz
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No final de 2019, o Athletico anunciou que iria montar o seu próprio time feminino após encerrar a parceria com o Foz Cataratas. As Gurias Furacão disputaram o seu primeiro campeonato em 2020, o Brasileirão A2, chegando até as oitavas. O nosso primeiro gol veio dos pés da atacante Isa Momesso durante o segundo jogo dessa nova equipe do CAP, contra o Toledo. De 2020 para cá houveram diversas mudanças no time e comissão técnica, saindo a treinadora Vantressa e entrando em seu lugar a Rosana, velha conhecida de quem acompanha o futebol feminino. Neste ano também comemoramos o nosso primeiro título: campeãs do paranaense de 2020, cuja final foi disputada em maio de 2021. Ao longo deste episódio vamos conversar com a Daiane Luz, que foi comentarista da Rádio CAP nas finais do estadual, e com o Guilherme Batistel - administrador da página É as Guria! - sobre como tem sido este projeto do futebol feminino no Athletico, o que ainda é preciso melhorar e também um pouco sobre a nossa técnica Rosana.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Fabíola Tigrinho
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No último dia 11 de junho comemoramos 23 anos de um dos títulos da nossa revolução no final da década de 90, o título do paranaense de 1998, o primeiro estadual na era Petraglia. A edição de número 84 do campeonato chegou com um formato diferente, dois turnos entre os 12 times, seguidos de mais dois turnos do quadrangular e uma final de três jogos. Fazia oito anos que o Athletico não era campeão paranaense e dois anos que tinha voltado para a elite do futebol. Aquele era um título necessário! O Furacão foi avassalador durante o campeonato, foi invicto no primeiro turno, perdeu apenas uma vez no segundo, no quadrangular foi campeão do segundo turno e se classificou para a final, que foi mais um Athletiba decisivo. Na verdade três. O primeiro terminou em empate, o segundo o Rubro Negro goleou por 4x1 e no último jogo venceu por 2x1, podendo assim, quebrar o jejum e finalmente levantar esse caneco. Neste episódio vamos relembrar, junto dos torcedores Roberta Salles e Juarez Villela Filho, os momentos mais incríveis dessa trajetória, os principais jogos e qual a real importância desse título para os anos que se seguiram.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Milene Szaikowski
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Um treinador é o profissional que dirige as atividades de uma equipe e monta táticas e estratégias de jogo, além de outras ações dentro e fora do campo. Ele, ou ela, também é a alma da equipe, aquele que incentiva os jogadores antes e durante uma partida. Em seus 97 anos de existência, o Athletico teve diversos técnicos, uns foram adorados pela torcida, outros foram severamente questionados e alguns foram essenciais nas nossas trajetórias campeãs. O assunto treinador é sempre um pouco polêmico, porque quase nenhum é unanimidade entre os torcedores de um time. Neste episódio conversamos com os torcedores Renato Marchiori e Henrique Stockler sobre os técnicos que se destacaram em suas passagens pelo furacão.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Andréa Broto
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O segundo argentino que mais ergueu canecos na história do futebol jogou seus últimos 3 minutos no dia 27 de maio de 2021, aos 40 anos de idade. Em seus mais de 20 anos de carreira, Luis Óscar González, mais conhecido como Lucho, acumulou 29 títulos e muito carinho nos clubes que defendeu. Iniciou sua jornada nos gramados do Huracán, depois passou por River Plate, Porto, Olympique de Marseille, Al-Rayyan, e foi medalhista olímpico com a seleção da Argentina, até desembarcar em solos curitibanos em 2016, para assinar o contrato com o Club Athletico Paranaense. Nesses quase 5 anos de Furacão, o El Comandante se tornou o capitão das nossas maiores conquistas atuais e o cara dos discursos cirúrgicos nos vestiários. O nosso camisa 3, infelizmente, se despediu dos gramados sem os gritos e aplausos de um caldeirão lotado para assistir o seu último tango, mas a gratidão será eterna. Neste episódio em homenagem ao comandante, conversamos com a Atleticaníssima Nayara Alves e com o torcedor Marco Tuoto, pai do Henrique Tuoto, torcedor que virou amigo de Lucho, sobre a sua incrível carreira e o que o futuro guarda para o responsável por tornar o Athletico o clube mais argentino do Brasil.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Thaiane Bientinezi
Um estádio de futebol é um dos melhores lugares para criar histórias maravilhosas e memórias incríveis, mas também é lugar de conhecer aqueles personagens inesquecíveis que deixam a sua marca por suas características singulares. Todos os times têm aquele torcedor símbolo que é figurinha carimbada nas arquibancadas e com o Athletico não seria diferente. Ao longo dos 96 anos de história do rubro-negro, tivemos o Freddy Krueger da Baixada, o Edi da Caveira e mais recentemente o Felipinho que ficou famoso pelo seu sorriso banguela durante a nossa trajetória na copa do brasil. Durante esses tempos longe dos estádios fica a saudade de poder incentivar o time ao vivo, mas também de poder esbarrar com esses personagens que deixam as histórias dos clubes ainda mais ricas.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Milene Szaikowski
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Para os apaixonados por futebol, não existe lugar melhor do que um estádio. Mas para alguns torcedores, acaba não sendo um ambiente seguro. Muitos sofreram, e ainda sofrem, com a LGBTfobia, e não apenas com os cânticos homofóbicos, mas também com os xingamentos usados contra o time adversário, além do próprio preconceito que enfrentam nas arquibancadas. Diversos coletivos LGBTQs foram criados para chamar a atenção de torcedores, clubes e autoridades para a causa e, com isso, tentar diminuir e acabar com a homofobia no esporte. Neste episódio do Quebra o Muro, com as Atleticaníssimas tivemos um bate papo extremamente necessário com o Higor Juan, membro do coletivo Furacão LGBTQ, e com a Gabrielle Bizinelli, membro do coletivo Paraná LGBTQ+, sobre o que anda sendo feito em relação ao combate à LGBTfobia, o que nós como torcida podemos fazer para acabar com esse preconceito nos estádios e, principalmente, quais devem ser as ações dos clubes em relação a isso.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Daiane Luz
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Se tem uma coisa que brilha os olhos do torcedor é um gol. Pode ser gol de cabeça, gol de bicicleta, gol de letra ou até mesmo gol de barriga. Normalmente, os responsáveis pelos gols em um time são os atacantes, e muitas vezes, senão na maioria delas, uma dupla de ataque. E se essa dupla, além de tudo, tiver faro de gol e for artilheira, certamente irá encantar a todos e ficar marcada na história. Neste episódio do Quebra o Muro, com as Atleticaníssimas iremos relembrar, em um bate papo com as nossas integrantes Danielle Broto e Thais Pujol, os feitos históricos, os gols marcados e os títulos ganhos pelas duplas de ataque mais especiais da história do nosso Furacão.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Andréa Broto
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A paixão pelo futebol ou por um clube, antes comumente passada de pai para filho, hoje também transpassa pelo amor de mãe. São mulheres apaixonadas pelo time do coração e que querem dividir os momentos incríveis que apenas o futebol proporciona com seu amor maior, seu filho. São mães que vão ao estádio com o filho no colo, mães que incentivam os filhos jogadores ou até mesmo mães atletas que conciliam a rotina do futebol com a maternidade. Existem milhares de histórias incríveis que unem o amor de mãe e o amor pelo futebol e, neste episódio, duas torcedoras compartilharam as suas experiências com a gente. Conversamos com as atleticaníssimas e mães, Monike Silva e Hellen Durães, sobre como é a relação mãe e filho quanto ao futebol.
FICHA TÉCNICA:
Âncora: Fabíola Tigrinho
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