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O tempo é da ordem daquilo que escapa ao controle. Totalmente constatante, e paradoxalmente totalmente relativo. Isso esta na física, isso esta nas leis gerais. A relatividade do tempo está ligada na posição do observador utilizado como referência.
Na psicanálise o tempo tem um papel fundamental. Seja na doença de Sigmund Freud e Jacques Lacan, que aceleram seus ritmos de produção ao se depararem com a finitude de suas próprias vidas. Seja na condução da análise.
Se em Freud o ritmo do sujeito era algo a ser considerado e não precipitado, é em Lacan que encontramos uma noção de “não existe tempo sobrando, sempre algo sera deixado por fazer”.
A precipitação de uma conclusão é sobre isso, a busca de um sujeito que sai do pensamento. Sujeitos que renunciam estar apenas no cogito e possam ir ao campo do ato. Uma ação com uma consequência da qual esse sujeito sempre sera responsável.
Esta ação mesma, que reside no terreno da ética… Uma ética para com o desejo, um fazer que esteja ligado ao desejo. Uma ação que considere que não se tem tempo o bastante para calcular tudo, que existe um resto, mas que é necessário ir ao encore. (Seminário 20 “mais ainda” ou ao “coração”)
Meus Dados Oi mundo, Meu nome é Leonardo Gonçalves Wild Caso tenha gostado siga no agregador e compartilhe. . Para quem quiser saber mais sobre mim, meu Instagram é @leogwild ou no YouTube @psicanalizando ou através do email •[email protected] •https://psicanalizando.com.br
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Recomendação de podcasts:
•Psicanálise além do espelho
•Poesia Do Encontro
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•A análise finita e a infinita (1937) In: Obras incompletas de Sigmund Freud: Fundamentos da Clínica psicanalítica - Editora Autêntica (2019) - Sigmund Freud
By Leonardo Gonçalves WildO tempo é da ordem daquilo que escapa ao controle. Totalmente constatante, e paradoxalmente totalmente relativo. Isso esta na física, isso esta nas leis gerais. A relatividade do tempo está ligada na posição do observador utilizado como referência.
Na psicanálise o tempo tem um papel fundamental. Seja na doença de Sigmund Freud e Jacques Lacan, que aceleram seus ritmos de produção ao se depararem com a finitude de suas próprias vidas. Seja na condução da análise.
Se em Freud o ritmo do sujeito era algo a ser considerado e não precipitado, é em Lacan que encontramos uma noção de “não existe tempo sobrando, sempre algo sera deixado por fazer”.
A precipitação de uma conclusão é sobre isso, a busca de um sujeito que sai do pensamento. Sujeitos que renunciam estar apenas no cogito e possam ir ao campo do ato. Uma ação com uma consequência da qual esse sujeito sempre sera responsável.
Esta ação mesma, que reside no terreno da ética… Uma ética para com o desejo, um fazer que esteja ligado ao desejo. Uma ação que considere que não se tem tempo o bastante para calcular tudo, que existe um resto, mas que é necessário ir ao encore. (Seminário 20 “mais ainda” ou ao “coração”)
Meus Dados Oi mundo, Meu nome é Leonardo Gonçalves Wild Caso tenha gostado siga no agregador e compartilhe. . Para quem quiser saber mais sobre mim, meu Instagram é @leogwild ou no YouTube @psicanalizando ou através do email •[email protected] •https://psicanalizando.com.br
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