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Conhecendo a Regra de São Bento
1 - A Obediência (A Pronta Obediência)
O primeiro grau da humildade é a pronta obediência. É peculiar àqueles que nada amam acima de Cristo.(…). Esta mesma obediência somente será digna da aceitação de Deus e suave para os homens, se a ordem for executada sem delongas, sem hesitações, sem morosidade, sem murmuração ou qualquer palavra de resistência.(…)
2 - A Humildade
Quando temos alguma coisa a solicitar aos homens poderosos, nós nos aproximamos com humildade e respeito. Com quanto maior razão devemos apresentar nossas súplicas com toda humildade e pureza de devoção ao Senhor Deus do Universo! E saibamos que não é pela multiplicidade de palavras que seremos atendidos, e sim pela pureza do coração e a compunção das lágrimas.
3 - “Nada antepor ao amor de Cristo”
Para que nos possamos “tornar estranhos às coisas mundanas”, colocar nossa esperança em Deus e "nada antepor ao amor de Cristo”.
4 - O desprendimento
Zele-se, com grande cuidado, para que este vício da propriedade seja arrancado pela raiz, no mosteiro. Ninguém ouse dar ou receber coisa alguma sem a autorização do abade, nem possuir algo próprio, absolutamente nada, nem livro, nem tabuinha(de escrever), nem estilete. Em uma palavra: coisa nenhuma, já que não lhes é lícito ter a seu arbítrio sequer o próprio corpo nem a própria vontade. Mas devem esperar do pai do mosteiro tudo o de que necessitam.
5 - Dos irmãos enfermos
Antes de tudo e acima de tudo, deve-se cuidar dos enfermos, que deverão ser servidos como se fossem o Cristo em pessoa.(…). De seu lado, os doentes considerem que são servidos em honra de Deus e não entristeçam, com exigências supérfluas, os irmãos que os servem. Contudo, os doentes devem ser suportados com paciência, porque por meio deles adquire-se maior recompensa.
6 - Dos anciãos e das crianças
Se bem que o homem, já por natureza, seja levado à compaixão para com essas duas idades, a velhice e a infância, também a autoridade da regra deve intervir no que lhes diz respeito.
7 - Da moderação
Orar e trabalhar - Trabalhar e orar. O equilíbrio necessário entre o tempo justo para o trabalho e o tempo necessário à oração. E que tudo se faça com peso e medida, por amor.
8 - Do porteiro dos mosteiros
Ponha-se à porta do mosteiro um ancião prudente que saiba receber e transmitir recado, e cuja maturidade não lhe permita vaguear. O porteiro deve ficar alojado perto da porta, a fim de que os que chegam encontrem-no sempre presente para os atender. Queremos que esta Regra seja frequentemente lida na comunidade, para que nenhum irmão se desculpe sob pretexto de ignorância (cap.66, do porteiro dos mosteiros).
9 - Do bom zelo que os monges devem ter
Assim como há um zelo mau, de amargura, que separa de Deus e conduz ao inferno, também existe o zelo bom que afasta dos vícios e conduz a Deus e à vida eterna. Exerçam, portanto, os monges este zelo com amor fraterno, isto é: antecipem-se uns aos outros em honra e atenções. Nada, absolutamente nada, anteponha a Cristo, o qual se digne levar-nos, todos juntos, à vida eterna (cap.72, do bom zelo que os monges devem ter).
- Oração da medalha de São Bento
A Cruz Sagrada seja a minha luz, / Não seja o dragão meu guia. / Retira-te, satanás! / Nunca me aconselhes coisas vãs. / É mau o que tu me ofereces, / Bebe tu mesmo o teu veneno!
By Cássio Rogério de Lima5
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Conhecendo a Regra de São Bento
1 - A Obediência (A Pronta Obediência)
O primeiro grau da humildade é a pronta obediência. É peculiar àqueles que nada amam acima de Cristo.(…). Esta mesma obediência somente será digna da aceitação de Deus e suave para os homens, se a ordem for executada sem delongas, sem hesitações, sem morosidade, sem murmuração ou qualquer palavra de resistência.(…)
2 - A Humildade
Quando temos alguma coisa a solicitar aos homens poderosos, nós nos aproximamos com humildade e respeito. Com quanto maior razão devemos apresentar nossas súplicas com toda humildade e pureza de devoção ao Senhor Deus do Universo! E saibamos que não é pela multiplicidade de palavras que seremos atendidos, e sim pela pureza do coração e a compunção das lágrimas.
3 - “Nada antepor ao amor de Cristo”
Para que nos possamos “tornar estranhos às coisas mundanas”, colocar nossa esperança em Deus e "nada antepor ao amor de Cristo”.
4 - O desprendimento
Zele-se, com grande cuidado, para que este vício da propriedade seja arrancado pela raiz, no mosteiro. Ninguém ouse dar ou receber coisa alguma sem a autorização do abade, nem possuir algo próprio, absolutamente nada, nem livro, nem tabuinha(de escrever), nem estilete. Em uma palavra: coisa nenhuma, já que não lhes é lícito ter a seu arbítrio sequer o próprio corpo nem a própria vontade. Mas devem esperar do pai do mosteiro tudo o de que necessitam.
5 - Dos irmãos enfermos
Antes de tudo e acima de tudo, deve-se cuidar dos enfermos, que deverão ser servidos como se fossem o Cristo em pessoa.(…). De seu lado, os doentes considerem que são servidos em honra de Deus e não entristeçam, com exigências supérfluas, os irmãos que os servem. Contudo, os doentes devem ser suportados com paciência, porque por meio deles adquire-se maior recompensa.
6 - Dos anciãos e das crianças
Se bem que o homem, já por natureza, seja levado à compaixão para com essas duas idades, a velhice e a infância, também a autoridade da regra deve intervir no que lhes diz respeito.
7 - Da moderação
Orar e trabalhar - Trabalhar e orar. O equilíbrio necessário entre o tempo justo para o trabalho e o tempo necessário à oração. E que tudo se faça com peso e medida, por amor.
8 - Do porteiro dos mosteiros
Ponha-se à porta do mosteiro um ancião prudente que saiba receber e transmitir recado, e cuja maturidade não lhe permita vaguear. O porteiro deve ficar alojado perto da porta, a fim de que os que chegam encontrem-no sempre presente para os atender. Queremos que esta Regra seja frequentemente lida na comunidade, para que nenhum irmão se desculpe sob pretexto de ignorância (cap.66, do porteiro dos mosteiros).
9 - Do bom zelo que os monges devem ter
Assim como há um zelo mau, de amargura, que separa de Deus e conduz ao inferno, também existe o zelo bom que afasta dos vícios e conduz a Deus e à vida eterna. Exerçam, portanto, os monges este zelo com amor fraterno, isto é: antecipem-se uns aos outros em honra e atenções. Nada, absolutamente nada, anteponha a Cristo, o qual se digne levar-nos, todos juntos, à vida eterna (cap.72, do bom zelo que os monges devem ter).
- Oração da medalha de São Bento
A Cruz Sagrada seja a minha luz, / Não seja o dragão meu guia. / Retira-te, satanás! / Nunca me aconselhes coisas vãs. / É mau o que tu me ofereces, / Bebe tu mesmo o teu veneno!

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