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Um relacionamento é definido pelo ser e estar que melhor encaixa na personalidade das pessoas que nele estão envolvidos mas será essa a realidade da maioria? As questões de género ainda condicionam a forma como nos relacionamos amorosamente e projetamos essas relações? Quem dita o quê num relacionamento? Entre outras, estas foram algumas das questões abordadas pelos participantes do novo episódio do Matabicho.
Yuran Tinta e Natália Alves convidaram João Luiz Marques para falar abertamente sobre o assunto. João é escritor, palestrante e estudioso de psicologia das masculinidades e relações humanas. Por outras palavras, "gosto de falar sobre como nós homens podemos ter uma existência mais saudável e isso não está separado da forma como lidamos com as nossas relações", diz o próprio na sua apresentação.
Estaremos todos à procura de algo que não existe? "Eu acho que somos a geração disruptiva mas também ainda não conseguimos encontrar padrões. E isso leva-nos a experimentar de tudo", diz-nos Natália.
Para Yuran, "nessa busca de padrões, a gente vai atrás e não vamos encontrar nada. Quebramos [padrões], descobrimos que existem outras coisas por aí mas, enquanto continuarmos nessa procura, vamos ficar num looping e não vamos achar nada".
Já João, indica que a questão está no facto de o ser humano estar numa procura constante de questionamentos. "Estamos sempre a pensar sobre as coisas e nunca relaxados."
By BANTUMEN.COM by BANTU MEDIA, CRLUm relacionamento é definido pelo ser e estar que melhor encaixa na personalidade das pessoas que nele estão envolvidos mas será essa a realidade da maioria? As questões de género ainda condicionam a forma como nos relacionamos amorosamente e projetamos essas relações? Quem dita o quê num relacionamento? Entre outras, estas foram algumas das questões abordadas pelos participantes do novo episódio do Matabicho.
Yuran Tinta e Natália Alves convidaram João Luiz Marques para falar abertamente sobre o assunto. João é escritor, palestrante e estudioso de psicologia das masculinidades e relações humanas. Por outras palavras, "gosto de falar sobre como nós homens podemos ter uma existência mais saudável e isso não está separado da forma como lidamos com as nossas relações", diz o próprio na sua apresentação.
Estaremos todos à procura de algo que não existe? "Eu acho que somos a geração disruptiva mas também ainda não conseguimos encontrar padrões. E isso leva-nos a experimentar de tudo", diz-nos Natália.
Para Yuran, "nessa busca de padrões, a gente vai atrás e não vamos encontrar nada. Quebramos [padrões], descobrimos que existem outras coisas por aí mas, enquanto continuarmos nessa procura, vamos ficar num looping e não vamos achar nada".
Já João, indica que a questão está no facto de o ser humano estar numa procura constante de questionamentos. "Estamos sempre a pensar sobre as coisas e nunca relaxados."