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Bárbara Bittencourt entrevista Olga Pinheiro, que está lançando “primeira pessoa”, que narra um processo de retomada do protagonismo da própria vida por uma mulher lésbica autista, após o término de um relacionamento abusivo. Com caráter autobiográfico, reúne um conjunto de poesias, autorretratos e trechos de diário, montando uma narrativa que acompanha, de forma íntima, um período de 7 anos da vida da autora.
🎙️ Nascida na capital pernambucana em 1990, Olga Pinheiro é mulher lésbica, autista, artista, militante feminista, doutora em engenharia e desenvolvedora web. Cresceu entre os livros de sua mãe professora e se apaixonou muito cedo pela leitura e pela escrita, onde sempre encontrou refúgio e diversão. Fez graduação, mestrado e doutorado em engenharia na UFPE, até que decidiu mudar de área e hoje trabalha formalmente com programação. Na mesma época, conheceu o movimento de “Slam Poetry” através do Slam das Minas PE, e começou a escrever poesias e recitar em batalhas, além de se organizar em movimentos sociais.
By Frei Caneca FMBárbara Bittencourt entrevista Olga Pinheiro, que está lançando “primeira pessoa”, que narra um processo de retomada do protagonismo da própria vida por uma mulher lésbica autista, após o término de um relacionamento abusivo. Com caráter autobiográfico, reúne um conjunto de poesias, autorretratos e trechos de diário, montando uma narrativa que acompanha, de forma íntima, um período de 7 anos da vida da autora.
🎙️ Nascida na capital pernambucana em 1990, Olga Pinheiro é mulher lésbica, autista, artista, militante feminista, doutora em engenharia e desenvolvedora web. Cresceu entre os livros de sua mãe professora e se apaixonou muito cedo pela leitura e pela escrita, onde sempre encontrou refúgio e diversão. Fez graduação, mestrado e doutorado em engenharia na UFPE, até que decidiu mudar de área e hoje trabalha formalmente com programação. Na mesma época, conheceu o movimento de “Slam Poetry” através do Slam das Minas PE, e começou a escrever poesias e recitar em batalhas, além de se organizar em movimentos sociais.