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Os indícios de um crime de genocídio em pleno século XXI revelam até que ponto podem chegar as violações contra os povos originários no Brasil.
A crise humanitária que atinge o povo Yanomami é o cenário mais perverso desta realidade.
Mas, neste momento, outras ameaças colocam em risco a vida das populações originárias em diferentes partes do país.
No Ceará, a especulação imobiliária, a mineração, grandes empreendimentos e o tráfico de drogas são algumas delas. O estado é o mais atrasado do Brasil em demarcações de terras, contexto que facilita a ocorrência das violações.
Nesta edição do Rádio Debate, nós discutimos as condições que tem representado riscos à vida dos povos originários no Ceará.
Participa do programa:
> Cacique Jorge Tabajara, liderança indígena do povo Tabajara de Poranga, e advogado do Ybi, Escritório de Advocacia Popular Indígena. Ele também assessora a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) e atuará secretário executivo da Secretaria Estadual dos Povos Indígenas do Estado do Ceará.
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Foto de Capa: Yanahin Matala Waurá/Amazônia Real
By Rádio Universitária FM 107,9Os indícios de um crime de genocídio em pleno século XXI revelam até que ponto podem chegar as violações contra os povos originários no Brasil.
A crise humanitária que atinge o povo Yanomami é o cenário mais perverso desta realidade.
Mas, neste momento, outras ameaças colocam em risco a vida das populações originárias em diferentes partes do país.
No Ceará, a especulação imobiliária, a mineração, grandes empreendimentos e o tráfico de drogas são algumas delas. O estado é o mais atrasado do Brasil em demarcações de terras, contexto que facilita a ocorrência das violações.
Nesta edição do Rádio Debate, nós discutimos as condições que tem representado riscos à vida dos povos originários no Ceará.
Participa do programa:
> Cacique Jorge Tabajara, liderança indígena do povo Tabajara de Poranga, e advogado do Ybi, Escritório de Advocacia Popular Indígena. Ele também assessora a Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme) e atuará secretário executivo da Secretaria Estadual dos Povos Indígenas do Estado do Ceará.
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Foto de Capa: Yanahin Matala Waurá/Amazônia Real