
Sign up to save your podcasts
Or
Não é à toa que o parlamento brasileiro, a cada ano que passa, consegue ficar ainda pior que o anterior. Vejam essa: morador de rua fazendo sexo com uma mulher, no interior do carro dela, é flagrado pelo marido, um personal trainer, e retirado do veículo a socos e pontapés. O caso vai parar na delegacia, porém, só depois que o morador de rua foi medicado e a mulher ficou internada para cuidar da sua “depressão”. Esta é a síntese de uma história real, acontecida há poucos dias em Brasília, DF.
A cena do flagra foi gravada pelas câmeras de segurança instaladas onde o carro da mulher estava estacionado. Não foi por outra razão que o caso viralizou e o morador de rua ganhou fama. O casal, como sempre acontece com os virais das redes sociais, ganhou um pouco de solidariedade e muitas críticas, algumas com conteúdos impróprios para menores de 18 anos.
Ninguém disse se o morador de rua bate bem das bolas, se tem vícios, qual a sua escolaridade e nem porque leva a vida que leva. Obviamente estes seriam problemas exclusivamente dele não fosse o interesse de alguns partidos políticos em torná-lo candidato já nas próximas eleições. Ai a coisa muda! Se ele vai receber do Estado como representante do povo, sua vida, em tese, tem que ser um livro aberto. O eleitor tem que saber mais daqueles que se apresentam como candidatos para conquistar o seu voto. Só a fama pelo flagra e a surra não valem!
Vejam como andam os critérios dos partidos políticos para angariar candidatos à suas siglas. Os candidatos, sejam eles quem forem, mesmo um morador de rua, deve ter um propósito, um objetivo para o cargo que vai concorrer. Do contrário servirá apenas para fazer número nas eleições do parlamento e ser manipulado pela direção do partido. Para que serve um parlamentar agindo dessa maneira? Aliás, vamos fazer justiça, hoje no parlamento existem parlamentares com boa formação que fazem apenas o que o partido manda, não tem ideias e nem projetos.
Isso que acontece, infelizmente, afeta a todos os cidadãos, pois é lá no parlamento que são apresentados e votados projetos que podem virar leis e beneficiar apenas uma minoria e, pior, contrariar os interesses da sociedade.
Nada contra este e nenhum outro morador de rua, mas não acho que apenas pela fama momentânea ele deva ser indicado para qualquer cargo público. Tomara que esta ideia estúpida não seja levada adiante. Chega os incompetentes que já estão lá!
Não é à toa que o parlamento brasileiro, a cada ano que passa, consegue ficar ainda pior que o anterior. Vejam essa: morador de rua fazendo sexo com uma mulher, no interior do carro dela, é flagrado pelo marido, um personal trainer, e retirado do veículo a socos e pontapés. O caso vai parar na delegacia, porém, só depois que o morador de rua foi medicado e a mulher ficou internada para cuidar da sua “depressão”. Esta é a síntese de uma história real, acontecida há poucos dias em Brasília, DF.
A cena do flagra foi gravada pelas câmeras de segurança instaladas onde o carro da mulher estava estacionado. Não foi por outra razão que o caso viralizou e o morador de rua ganhou fama. O casal, como sempre acontece com os virais das redes sociais, ganhou um pouco de solidariedade e muitas críticas, algumas com conteúdos impróprios para menores de 18 anos.
Ninguém disse se o morador de rua bate bem das bolas, se tem vícios, qual a sua escolaridade e nem porque leva a vida que leva. Obviamente estes seriam problemas exclusivamente dele não fosse o interesse de alguns partidos políticos em torná-lo candidato já nas próximas eleições. Ai a coisa muda! Se ele vai receber do Estado como representante do povo, sua vida, em tese, tem que ser um livro aberto. O eleitor tem que saber mais daqueles que se apresentam como candidatos para conquistar o seu voto. Só a fama pelo flagra e a surra não valem!
Vejam como andam os critérios dos partidos políticos para angariar candidatos à suas siglas. Os candidatos, sejam eles quem forem, mesmo um morador de rua, deve ter um propósito, um objetivo para o cargo que vai concorrer. Do contrário servirá apenas para fazer número nas eleições do parlamento e ser manipulado pela direção do partido. Para que serve um parlamentar agindo dessa maneira? Aliás, vamos fazer justiça, hoje no parlamento existem parlamentares com boa formação que fazem apenas o que o partido manda, não tem ideias e nem projetos.
Isso que acontece, infelizmente, afeta a todos os cidadãos, pois é lá no parlamento que são apresentados e votados projetos que podem virar leis e beneficiar apenas uma minoria e, pior, contrariar os interesses da sociedade.
Nada contra este e nenhum outro morador de rua, mas não acho que apenas pela fama momentânea ele deva ser indicado para qualquer cargo público. Tomara que esta ideia estúpida não seja levada adiante. Chega os incompetentes que já estão lá!