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Você já teve a sensação de que está “dando conta”, mas por dentro algo está travando, apagando o brilho e roubando a vontade? A gente abriu uma conversa direta e cuidadosa sobre saúde mental para quem está cansado de ouvir frases prontas e precisa de orientação prática, sem julgamento e sem vergonha.
Com a psicóloga Rachel Gomes, a gente fala sobre sinais comuns de que a pessoa precisa de ajuda profissional e costuma ignorar, além de um ponto-chave: tristeza não é inimiga, ela tem função. A partir daí, a conversa diferencia tristeza adaptativa de depressão e explica quando a ansiedade deixa de ser um alerta útil e passa a paralisar, afetando estudo, trabalho e relações. Também entram caminhos concretos para buscar apoio antes que o sofrimento pese mais, incluindo a importância de avaliação médica quando houver suspeita de fatores fisiológicos.
Do Rio de Janeiro, Eduardo Linkmann traz hábitos diários com evidência que fortalecem a saúde mental: atividade física, sono, rotina organizada, conexão social e autoconhecimento, além de como enfrentar o estigma de transtorno mental na família e no ambiente de trabalho. Roseli Diogo desmonta mitos sobre terapia e liga o uso excessivo de redes sociais ao ciclo de dopamina e à falta de paciência que enfraquece vínculos. E com a psicóloga clínica Eliana Inácio, a gente fecha com orientações para ajudar alguém em crise emocional, a ponte entre saúde mental e saúde física e quando considerar medicação com segurança, lembrando que remédio pode complementar, mas não substitui a psicoterapia.
Se essa conversa te ajudou, segue o Pode Crê, compartilha com alguém que precisa ouvir isso e deixa uma avaliação: qual parte mais falou com você?
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By Clecio AlmeidaMe envie uma mensagem!
Você já teve a sensação de que está “dando conta”, mas por dentro algo está travando, apagando o brilho e roubando a vontade? A gente abriu uma conversa direta e cuidadosa sobre saúde mental para quem está cansado de ouvir frases prontas e precisa de orientação prática, sem julgamento e sem vergonha.
Com a psicóloga Rachel Gomes, a gente fala sobre sinais comuns de que a pessoa precisa de ajuda profissional e costuma ignorar, além de um ponto-chave: tristeza não é inimiga, ela tem função. A partir daí, a conversa diferencia tristeza adaptativa de depressão e explica quando a ansiedade deixa de ser um alerta útil e passa a paralisar, afetando estudo, trabalho e relações. Também entram caminhos concretos para buscar apoio antes que o sofrimento pese mais, incluindo a importância de avaliação médica quando houver suspeita de fatores fisiológicos.
Do Rio de Janeiro, Eduardo Linkmann traz hábitos diários com evidência que fortalecem a saúde mental: atividade física, sono, rotina organizada, conexão social e autoconhecimento, além de como enfrentar o estigma de transtorno mental na família e no ambiente de trabalho. Roseli Diogo desmonta mitos sobre terapia e liga o uso excessivo de redes sociais ao ciclo de dopamina e à falta de paciência que enfraquece vínculos. E com a psicóloga clínica Eliana Inácio, a gente fecha com orientações para ajudar alguém em crise emocional, a ponte entre saúde mental e saúde física e quando considerar medicação com segurança, lembrando que remédio pode complementar, mas não substitui a psicoterapia.
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