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De 1922 a 2022: um centenário que conecta a Semana de Arte Moderna, o nascimento de dois grandes artistas cearenses, Aldemir Martins e Antonio Bandeira, e desemboca num presente distópico. Pandemia, guerras, fome, exclusão, violência, emergência climática. Como os artistas testemunharam o seu tempo e como enxergamos agora este mosaico de referências, provocações, utopias e distopias geradas da modernidade?
Esta edição do Rádio Debate discute o tema da exposição “Sempre Fomos Modernos”, em cartaz no Museu de Arte da UFC. Participam do programa:
- Wellington Júnior, professor associado do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e um dos curadores da exposição “Sempre Fomos Modernos”;
- Graciele Siqueira, diretora do Mauc - Museu de Arte da UFC; e
- Eliézer Nogueira, doutor em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e também curador da exposição.
Foto da capa: Ribamar Neto/UFC
By Rádio Universitária FM 107,9De 1922 a 2022: um centenário que conecta a Semana de Arte Moderna, o nascimento de dois grandes artistas cearenses, Aldemir Martins e Antonio Bandeira, e desemboca num presente distópico. Pandemia, guerras, fome, exclusão, violência, emergência climática. Como os artistas testemunharam o seu tempo e como enxergamos agora este mosaico de referências, provocações, utopias e distopias geradas da modernidade?
Esta edição do Rádio Debate discute o tema da exposição “Sempre Fomos Modernos”, em cartaz no Museu de Arte da UFC. Participam do programa:
- Wellington Júnior, professor associado do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e um dos curadores da exposição “Sempre Fomos Modernos”;
- Graciele Siqueira, diretora do Mauc - Museu de Arte da UFC; e
- Eliézer Nogueira, doutor em Design pela Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e também curador da exposição.
Foto da capa: Ribamar Neto/UFC