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No último domingo (25), o skatista paulista Kelvin Hoefler levou a prata e inaugurou o quadro de medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Na madrugada desta segunda-feira (26), foi a vez da maranhense Rayssa Leal, a "Fadinha" de apenas 13 anos, também conquistar uma prata. Ambos entram para a história do Brasil nas Olimpíadas por serem os primeiro medalhistas da história do skate street, modalidade disputada pela primeira vez em olimpíada. As vitórias começam um novo capítulo na história do skatismo, que ainda é um esporte estigmatizado no Brasil e no mundo. É o que afirmou o presidente da Associação Capixaba de Skate (ACSK), Lauro Almeida Salles, o "Laurin" do Skate, entrevista ao CBN Cotidiano. Ouça!
By Rádio CBN VitóriaNo último domingo (25), o skatista paulista Kelvin Hoefler levou a prata e inaugurou o quadro de medalhas do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Na madrugada desta segunda-feira (26), foi a vez da maranhense Rayssa Leal, a "Fadinha" de apenas 13 anos, também conquistar uma prata. Ambos entram para a história do Brasil nas Olimpíadas por serem os primeiro medalhistas da história do skate street, modalidade disputada pela primeira vez em olimpíada. As vitórias começam um novo capítulo na história do skatismo, que ainda é um esporte estigmatizado no Brasil e no mundo. É o que afirmou o presidente da Associação Capixaba de Skate (ACSK), Lauro Almeida Salles, o "Laurin" do Skate, entrevista ao CBN Cotidiano. Ouça!