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Ainda no embalo da passagem do Iron Maiden pelo Brasil, comentamos os shows e aproveitamos para falar de um disco que completou 40 anos mas segue interessante. “Somewhere in Time” trouxe guitarras sintetizadas e uma banda experimentando sem deixar de entregar o que os fãs queriam, em uma espécie de semente do que viria depois. Falamos do disco e olhamos para os singles, com covers de hard rock de alta qualidade.
Você pode até argumentar que “Black in Mind” ou “Soundchaser” são melhores, mas em 1996 o Rage lançou dois discos excelentes em um mesmo ano. “Lingua Mortis” praticamente abriu os caminhos para a fusão entre metal e orquestra em abril. Meses depois, em setembro, a banda apresenta “End of All Days”, um disco mais dark e sem medo de explorar refrães bem melodiosos. Voltamos no tempo e nas memórias com dois discos que abriram os caminhos para ouvir a banda para muitas pessoas, inclusive nós.
Em 1986, o Savatage quase acabou. Problemas com o empresário e um disco como “Fight for the Rock” quase mudaram a história da banda para pior. Até que um certo Paul O'Neill liga para a banda às 3 da manhã e a história muda drasticamente. Cinco anos depois, “Streets” é lançado e leva a banda ao auge. Exploramos este pequeno pedaço da história da banda para mostrar como tudo poderia ter sido diferente, mas felizmente não foi.
Até hoje, Angry Machines divide opiniões. Lançado em 1996, é visto ou como erro de percurso para uns, enquanto outros entendem o disco como um trabalho muito corajoso. Voltamos no tempo e mostramos que esta segunda chance fará você rever algumas ideias.
Depois de um primeiro disco que buscava ser uma alternativa mais rápida que o MetallicA, o MegadetH encontrou a sua identidade com “Peace Sells... but Who’s Buying?”. O disco que combina crítica social com ocultismo apresenta um instrumental muito bem trabalhado, com destaque para o guitarrista Chris Poland e o baterista Gar Samuelson. No aniversário de 40 anos do disco, voltamos para um dos melhores discos da banda.
Tem jeito de fim, tem música sobre ter feito o que era preciso e outra sobre aceitar a idade, mas o Anthrax diz que “Cursum Perficio” não é um disco de despedida. Olhamos para o 12º disco da banda destacando os sinais do tempo em um disco que mostra a banda madura, mesmo que com alguns atalhos nas músicas.
Uma banda pode mudar muito em duas décadas. O Mastodon foi amadurecendo, pisando mais no freio e deixando o lado prog falar mais alto ao longo do tempo, mas sem perder a brutalidade. Infelizmente, o tempo também trouxe cicatrizes. O então quarteto lançou “Blood Mountain” em 2006, um disco que nem sempre é lembrado como deveria por estar no meio de outros dois clássicos. Sem Brent Hinds e com cicatrizes, a banda recém lançou um novo disco. Agora um quinteto, “Marrow Deep” mostra uma banda mais melancólica. Aproveitamos esses dois momentos no tempo e olhamos para a carreira da banda.
Em 1996, o Rush lançou “Test for Echo”, um disco com uma pegada um pouco diferente. Era uma banda mais tranquila, despojada, mas sem deixar de lado o talento e o peso em alguns momentos. Mal sabíamos que logo depois duas tragédias pessoais na vida de Neil Peart mudariam tudo, inclusive o tom da sobrevivência da banda. Repassamos o disco e pensamos várias vezes o que poderia ter acontecido de diferente se a história não fosse tão triste no passado.
Neste episódio:
00:00:00 - Introdução (e a ideia do Salompas para metaleiros)
00:03:34 - Test for Echo, o disco
00:18:53 - Test for Echo
00:23:40 - Driven
00:27:36 - Half the World
00:28:14 - The Color of Right (a teoria do que seria
00:32:38 - Time and Motion
00:34:48 - Totem (a conexão com The Garden)
00:38:27 - Dog Years
00:41:00 - Virtuality
00:47:26 - Resist
00:53:27 - Limbo
00:55:13 - Carve Away the Stone
00:57:55 - Tragédias
01:04:00 - E se as tragédias não tivessem acontecido?
01:06:07 - Capa
01:07:45 - E se Neil tivesse se aposentado?
Entre as crises que o metal passava na metade da década de 90, dois discos levaram o subgênero trevoso para um passeio diferente – e que mudaria o metal. O Theatre of Tragedy lançou “Velvet Darkness They Fear”, um encontro do metal com o lirismo gótico que apresentava ao mundo a dinâmica conhecida como “bela e a fera”, contrapondo vocais distintos. Na mesma época, o Therion lapidava ainda mais a ideia de trazer a ópera para o mundo do rock pesado. Voltamos no tempo e olhamos para o impacto que estes dois discos causaram, mesmo que nem sempre reconhecidos.
Em conjunto com o pessoal do Rock na Mesa, voltamos para o ano 2000 e colocamos “Brave New World” contra “Silicon Messiah”. É a volta de Bruce Dickinson contra a primeira aventura de Blaze depois de deixar a banda. O episódio é longo, mas vai fazer você ouvir os discos de maneira diferente depois.
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