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Enquanto na pandemia de Coronavírus, a mobilização para ajudar pessoas vulneráveis e sem amparo alcançou expressivos níveis de engajamento, seja entre empresas, famílias, instituições e igrejas, agora, diante dos 33 milhões de brasileiros que passam fome segundo dados da Rede Penssan, a mobilização é bem mais escassa. Organizações da sociedade civil, entidades e grupos de solidariedade são unânimes: o apoio financeiro, material e até de voluntários, está menos disponível. As causas são inúmeras, e passam pelo empobrecimento de parte dos doadores, - a renda média brasileira está no menor valor da série histórica - pela própria negação política da fome e pela desestruturação de programas de combate à fome, seja por sua extinção ou congelamento de verba.
Neste especial do Vós, são citadas três iniciativas. Saiba como doar aqui:
Cuidado que mancha mais
By VósEnquanto na pandemia de Coronavírus, a mobilização para ajudar pessoas vulneráveis e sem amparo alcançou expressivos níveis de engajamento, seja entre empresas, famílias, instituições e igrejas, agora, diante dos 33 milhões de brasileiros que passam fome segundo dados da Rede Penssan, a mobilização é bem mais escassa. Organizações da sociedade civil, entidades e grupos de solidariedade são unânimes: o apoio financeiro, material e até de voluntários, está menos disponível. As causas são inúmeras, e passam pelo empobrecimento de parte dos doadores, - a renda média brasileira está no menor valor da série histórica - pela própria negação política da fome e pela desestruturação de programas de combate à fome, seja por sua extinção ou congelamento de verba.
Neste especial do Vós, são citadas três iniciativas. Saiba como doar aqui:
Cuidado que mancha mais