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Um pedido de vista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques adiou a conclusão do julgamento sobre se o ex-juiz Sergio Moro foi ou não parcial na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem do G1 (http://glo.bo/2OBneQb) destaca que quatro dos cinco magistrados da Segunda Turma da Suprema Corte já votaram, e o resultado está 2 a 2, o que, tecnicamente, daria o voto de minerva para Nunes Marques. Porém, Cármen Lúcia e Edson Fachin, que votaram em dezembro de 2018 contra o pedido de suspeição, já anunciaram que farão uma nova manifestação de voto, o que pode alterar o placar. Não existe prazo para o novo julgamento.
Como lembra a Folha de S.Paulo (http://bit.ly/3kYnGnE), o caso envolve a condenação de Lula sobre a acusação de receber um tríplex em Guarujá (SP) como forma de propina da empreiteira OAS. Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela anulação de todos os atos assinados por Moro na ação e defenderam que o ex-juiz pague as custas do processo. Eles defenderam, inclusive, que todas as provas desse processo sejam anuladas. Durante o voto, Gilmar Mendes fez duras críticas à Operação Lava Jato e a Moro, chegando a afirmar que este é o “maior escândalo judicial da história”.
By Seu PanoramaUm pedido de vista do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques adiou a conclusão do julgamento sobre se o ex-juiz Sergio Moro foi ou não parcial na condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Reportagem do G1 (http://glo.bo/2OBneQb) destaca que quatro dos cinco magistrados da Segunda Turma da Suprema Corte já votaram, e o resultado está 2 a 2, o que, tecnicamente, daria o voto de minerva para Nunes Marques. Porém, Cármen Lúcia e Edson Fachin, que votaram em dezembro de 2018 contra o pedido de suspeição, já anunciaram que farão uma nova manifestação de voto, o que pode alterar o placar. Não existe prazo para o novo julgamento.
Como lembra a Folha de S.Paulo (http://bit.ly/3kYnGnE), o caso envolve a condenação de Lula sobre a acusação de receber um tríplex em Guarujá (SP) como forma de propina da empreiteira OAS. Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela anulação de todos os atos assinados por Moro na ação e defenderam que o ex-juiz pague as custas do processo. Eles defenderam, inclusive, que todas as provas desse processo sejam anuladas. Durante o voto, Gilmar Mendes fez duras críticas à Operação Lava Jato e a Moro, chegando a afirmar que este é o “maior escândalo judicial da história”.