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Nessa quarta temporada da série Ciência para Ouvir, intitulada 100 anos da Semana de Arte Moderna, vamos abordar a recente comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna, evento histórico realizado entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal da cidade de São Paulo, que é considerado um marco de referência para a afirmação da arte moderna e a organização das vanguardas artísticas no Brasil.
A ocasião da efeméride do centenário da “semana” promoveu a oportunidade para a reflexão crítica sobre o evento histórico e para repensar a história da arte moderna no Brasil. Assim, certos temas foram recolocados em debate, como as representações da identidade nacional que se firmaram em torno da arte moderna, e, o mais importante, é que a renovação historiográfica tem proporcionado uma compreensão plural da história da arte moderna no Brasil.
A temporada 100 anos da Semana de Arte Moderna é organizada em 05 (cinco) entrevistas com convidados que são pesquisadores, professores e curadores com trabalhos e pesquisas, que têm valorizado experiências artísticas variadas que identificam a diversidade das formas e das expressões da arte moderna no Brasil
Curadoria da Temporada: Paulo Knauss
***
Neste primeiro episódio da temporada, intitulado O mito da descoberta do Brasil convidamos o professor Rafael Cardoso para discutir as ideias sobre o evento histórico e sobretudo os modos de pensar a história da arte moderna no Brasil, promovendo novos enfoques.
Rafael Cardoso é historiador da arte e escritor, membro do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pesquisador associado à Universidade Livre de Berlim. É autor de diversos livros sobre história da arte e do design no Brasil, nos séculos 19 e 20, sendo o mais recente Modernidade em preto e branco: Arte e imagem, raça e identidade no Brasil, 1890-1945 (Companhia das Letras, 2022). Atuou como co-roteirista e supervisor geral de Arte Brasileira Quadro a Quadro ( programa do canal Arte1, de 2018), série baseada em seu livro A arte brasileira em 25 quadros (2008). Atua também como curador independente. É de sua co-curadoria a exposição O olhar germânico na gênese do Brasil, em cartaz no Museu Imperial, Petrópolis, até 29 de outubro de 2022. Preside atualmente o comitê contra a censura e pela liberdade de expressão da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA).
By Ciência para OuvirNessa quarta temporada da série Ciência para Ouvir, intitulada 100 anos da Semana de Arte Moderna, vamos abordar a recente comemoração do centenário da Semana de Arte Moderna, evento histórico realizado entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal da cidade de São Paulo, que é considerado um marco de referência para a afirmação da arte moderna e a organização das vanguardas artísticas no Brasil.
A ocasião da efeméride do centenário da “semana” promoveu a oportunidade para a reflexão crítica sobre o evento histórico e para repensar a história da arte moderna no Brasil. Assim, certos temas foram recolocados em debate, como as representações da identidade nacional que se firmaram em torno da arte moderna, e, o mais importante, é que a renovação historiográfica tem proporcionado uma compreensão plural da história da arte moderna no Brasil.
A temporada 100 anos da Semana de Arte Moderna é organizada em 05 (cinco) entrevistas com convidados que são pesquisadores, professores e curadores com trabalhos e pesquisas, que têm valorizado experiências artísticas variadas que identificam a diversidade das formas e das expressões da arte moderna no Brasil
Curadoria da Temporada: Paulo Knauss
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Neste primeiro episódio da temporada, intitulado O mito da descoberta do Brasil convidamos o professor Rafael Cardoso para discutir as ideias sobre o evento histórico e sobretudo os modos de pensar a história da arte moderna no Brasil, promovendo novos enfoques.
Rafael Cardoso é historiador da arte e escritor, membro do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e pesquisador associado à Universidade Livre de Berlim. É autor de diversos livros sobre história da arte e do design no Brasil, nos séculos 19 e 20, sendo o mais recente Modernidade em preto e branco: Arte e imagem, raça e identidade no Brasil, 1890-1945 (Companhia das Letras, 2022). Atuou como co-roteirista e supervisor geral de Arte Brasileira Quadro a Quadro ( programa do canal Arte1, de 2018), série baseada em seu livro A arte brasileira em 25 quadros (2008). Atua também como curador independente. É de sua co-curadoria a exposição O olhar germânico na gênese do Brasil, em cartaz no Museu Imperial, Petrópolis, até 29 de outubro de 2022. Preside atualmente o comitê contra a censura e pela liberdade de expressão da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA).