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Neste terceiro episódio da temporada "100 Anos da Semana de Arte Moderna", intitulado Vândalos do Apocalipse, convidamos o professor Aldrin Figueiredo para abordar como o modernismo no Brasil não foi apenas um movimento paulista, mas se desenvolveu em várias partes do país. Em sua fala Aldrin explora o ‘caso amazônico’, mostrando que, além da criação modernista própria da região, a Amazônia em si foi também tema de inspiração da criação literária e artística moderna para os artistas de outras regiões do país.
Aldrin Figueiredo é nascido em Alenquer, cidade antiga do baixo-amazonas paraense, tem 52 anos e é professor na Universidade Federal do Pará, desde 1991. Graduado em História pela UFPA, é especialista em Antropologia Social, pela mesma universidade, além mestre e doutor em História, pela UNICAMP. Dedica-se ao estudo das artes plásticas e literárias na Amazônia nos séculos XIX e XX, patrimônio histórico e história social da intelectualidade na Amazônica, com foco nos séculos XVIII a XX. Publicou, entre outros livros, Vândalos do Apocalipse e outras histórias: arte e literatura no Pará dos anos 20, que recebeu o prêmio Vicente Salles, da Fundação Cultural do Pará, em 2012. Atualmente é o diretor do Museu do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e coordena o Grupo de Pesquisa em História Social da Arte (UFPA/CNPq), atuando como professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia da Universidade Federal do Pará.
By Ciência para OuvirNeste terceiro episódio da temporada "100 Anos da Semana de Arte Moderna", intitulado Vândalos do Apocalipse, convidamos o professor Aldrin Figueiredo para abordar como o modernismo no Brasil não foi apenas um movimento paulista, mas se desenvolveu em várias partes do país. Em sua fala Aldrin explora o ‘caso amazônico’, mostrando que, além da criação modernista própria da região, a Amazônia em si foi também tema de inspiração da criação literária e artística moderna para os artistas de outras regiões do país.
Aldrin Figueiredo é nascido em Alenquer, cidade antiga do baixo-amazonas paraense, tem 52 anos e é professor na Universidade Federal do Pará, desde 1991. Graduado em História pela UFPA, é especialista em Antropologia Social, pela mesma universidade, além mestre e doutor em História, pela UNICAMP. Dedica-se ao estudo das artes plásticas e literárias na Amazônia nos séculos XIX e XX, patrimônio histórico e história social da intelectualidade na Amazônica, com foco nos séculos XVIII a XX. Publicou, entre outros livros, Vândalos do Apocalipse e outras histórias: arte e literatura no Pará dos anos 20, que recebeu o prêmio Vicente Salles, da Fundação Cultural do Pará, em 2012. Atualmente é o diretor do Museu do Instituto Histórico e Geográfico do Pará e coordena o Grupo de Pesquisa em História Social da Arte (UFPA/CNPq), atuando como professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em História Social da Amazônia da Universidade Federal do Pará.