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Se "Zé Manel" é um nome comum em Portugal, esta pessoa a quem ele serve, e que almoçou com a Montra um destes dias, é tudo menos convencional, conformista ou politicamente correta. Diz-se incoerente para não estagnar, sendo a sua irreverência notória e afirmativa sobretudo no modo como encara a arte em geral - que diz estar hoje transformada num «centro de biscates». Caprichoso (musical) assumido e de alma profusamente inquieta, ousa fazer apenas e só aquilo que o preenche, mas sabe honrar os quase 20 anos da banda onde literalmente cresceu e que ressurge com um novo EP - obviamente falamos dos Fingertips e da sua icónica voz. Chocado com o desrespeito ainda prevalecente em sociedade, promete não deixar de ser cidadão para ser artista. É disto tudo que fala o Ep.14 | T2 da Montra. Ousa também ouvir!
[Jingle de abertura: versão por Ludgero Corvo de um original da Montra de Virtudes.]
By Bruno KalilSe "Zé Manel" é um nome comum em Portugal, esta pessoa a quem ele serve, e que almoçou com a Montra um destes dias, é tudo menos convencional, conformista ou politicamente correta. Diz-se incoerente para não estagnar, sendo a sua irreverência notória e afirmativa sobretudo no modo como encara a arte em geral - que diz estar hoje transformada num «centro de biscates». Caprichoso (musical) assumido e de alma profusamente inquieta, ousa fazer apenas e só aquilo que o preenche, mas sabe honrar os quase 20 anos da banda onde literalmente cresceu e que ressurge com um novo EP - obviamente falamos dos Fingertips e da sua icónica voz. Chocado com o desrespeito ainda prevalecente em sociedade, promete não deixar de ser cidadão para ser artista. É disto tudo que fala o Ep.14 | T2 da Montra. Ousa também ouvir!
[Jingle de abertura: versão por Ludgero Corvo de um original da Montra de Virtudes.]