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“O nosso conhecimento sobre a biodiversidade é desigual, pois valorizamos espécies que nos são úteis ou prejudiciais, que estão listadas como ameaçadas e que têm um nome comum. Esta disparidade influencia as decisões políticas, como priorizar o estudo e a conservação de espécies carismáticas, e também a nossa compreensão da vida na Terra”. O alerta é de Ronaldo Sousa, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Escola de Ciências da Universidade do Minho, num artigo agora publicado na conceituada revista “eLife” com autores de oito países.
Está desde 2021 no top 2% dos autores mais citados do mundo e publicou mais de 150 artigos científicos (37 como primeiro autor) em revistas internacionais (incluindo Trends in Ecology & Evolution, Biological Reviews, Frontiers in Ecology and the Environment e Global Change Biology).
By Antena Minho | Jorge Dinis Oliveira e Catarina Loureiro“O nosso conhecimento sobre a biodiversidade é desigual, pois valorizamos espécies que nos são úteis ou prejudiciais, que estão listadas como ameaçadas e que têm um nome comum. Esta disparidade influencia as decisões políticas, como priorizar o estudo e a conservação de espécies carismáticas, e também a nossa compreensão da vida na Terra”. O alerta é de Ronaldo Sousa, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA) da Escola de Ciências da Universidade do Minho, num artigo agora publicado na conceituada revista “eLife” com autores de oito países.
Está desde 2021 no top 2% dos autores mais citados do mundo e publicou mais de 150 artigos científicos (37 como primeiro autor) em revistas internacionais (incluindo Trends in Ecology & Evolution, Biological Reviews, Frontiers in Ecology and the Environment e Global Change Biology).