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Neste episódio, estamos à conversa com o Luís Pedro Silva, licenciado em Comunicação Social desde 2022 e que, dos tempos da ESEV, recorda particularmente um projeto para redes sociais da cadeira de Cibercultura, porque lhes deu a oportunidade de entrevistarem três atores para uma página de filmes e séries, que geriu com o seu grupo de trabalho, ao mesmo tempo um grupo de amigos que se mantém até hoje. Foram três anos dentro desta realidade da Covid, três anos em que fizeram o melhor que podiam ter feito, conta o Luís Silva.
Esta ligação com os amigos manteve-se para além da ESEV e está aliás bem patente na fotografia que nos descreve no episódio.Q
Quando surgiu a possibilidade de estágio, a televisão era a primeira hipótese e foi a SIC que ofereceu mais tempo de formação. "Escolhi a SIC só e unicamente porque queria o mais tempo possível de estágio", conta, até porque a única certeza que tinha era a televisão. "Sempre tive a ideia da televisão e nessa altura era por aí que queria ir no estágio", acrescenta. Terminando o estágio em novembro, despediu-se e voltou para Viseu, uma semana depois, num domingo à noite, ligaram-lhe a perguntar se ele podia começar no dia seguinte. Às oito da manhã entrou no autocarro e ao meio-dia estava na SIC a trabalhar. Três dias depois estava a fazer o primeiro direto na Amadora depois de um deslizamento de terras e acabou a fazer diretos de hora a hora, desde as dez da manhã até o final do dia. "Tinha acabado de entrar, não pensava que confiassem em mim para ir para um direto estando ali a trabalhar há três dias", confessa.
Quatro anos depois continua a usar a mesma estratégia para fazer diretos, que é olhar para a câmara e pensar que do outro lado está apenas o repórter de imagem, confessa que se torna mais fácil.
Diretos e reportagens são talvez 20% do trabalho na redação da SIC, ele que está na SIC Notícias e que faz essencialmente Offs e THs no horário das quatro da manhã às dez. Essa parte da escrita foi algo que ele já levou como base do curso, mas que depois foi aprimorando ao longo destes últimos quatro anos.
Sempre que passa pela ESEV, lembra-se de quando entrava por estes portões, até porque a pandemia lhe ensinou claramente a valorizar este convívio e esta lógica de estarmos todos juntos como estivemos na gravação deste episódio nos estúdios de rádio da Escola Superior de Educação de Viseu.
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By Miguel Midões & Joana MartinsNeste episódio, estamos à conversa com o Luís Pedro Silva, licenciado em Comunicação Social desde 2022 e que, dos tempos da ESEV, recorda particularmente um projeto para redes sociais da cadeira de Cibercultura, porque lhes deu a oportunidade de entrevistarem três atores para uma página de filmes e séries, que geriu com o seu grupo de trabalho, ao mesmo tempo um grupo de amigos que se mantém até hoje. Foram três anos dentro desta realidade da Covid, três anos em que fizeram o melhor que podiam ter feito, conta o Luís Silva.
Esta ligação com os amigos manteve-se para além da ESEV e está aliás bem patente na fotografia que nos descreve no episódio.Q
Quando surgiu a possibilidade de estágio, a televisão era a primeira hipótese e foi a SIC que ofereceu mais tempo de formação. "Escolhi a SIC só e unicamente porque queria o mais tempo possível de estágio", conta, até porque a única certeza que tinha era a televisão. "Sempre tive a ideia da televisão e nessa altura era por aí que queria ir no estágio", acrescenta. Terminando o estágio em novembro, despediu-se e voltou para Viseu, uma semana depois, num domingo à noite, ligaram-lhe a perguntar se ele podia começar no dia seguinte. Às oito da manhã entrou no autocarro e ao meio-dia estava na SIC a trabalhar. Três dias depois estava a fazer o primeiro direto na Amadora depois de um deslizamento de terras e acabou a fazer diretos de hora a hora, desde as dez da manhã até o final do dia. "Tinha acabado de entrar, não pensava que confiassem em mim para ir para um direto estando ali a trabalhar há três dias", confessa.
Quatro anos depois continua a usar a mesma estratégia para fazer diretos, que é olhar para a câmara e pensar que do outro lado está apenas o repórter de imagem, confessa que se torna mais fácil.
Diretos e reportagens são talvez 20% do trabalho na redação da SIC, ele que está na SIC Notícias e que faz essencialmente Offs e THs no horário das quatro da manhã às dez. Essa parte da escrita foi algo que ele já levou como base do curso, mas que depois foi aprimorando ao longo destes últimos quatro anos.
Sempre que passa pela ESEV, lembra-se de quando entrava por estes portões, até porque a pandemia lhe ensinou claramente a valorizar este convívio e esta lógica de estarmos todos juntos como estivemos na gravação deste episódio nos estúdios de rádio da Escola Superior de Educação de Viseu.
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