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São 8 da manhã e o sol já está em modo Saara em Gragoatá. Nesse episódio do TÁ NA MENTE, eu ativo o modo Tuareg e saio andando por Niterói enquanto a desidratação bate e as memórias vêm correndo mais rápido que cliente engasgado em restaurante fino.Entre uma sombra e outra, eu lembro de Gordete, o herói improvável de Nikity — o homem que já salvou o Cabralesco de um “infarto” que na verdade era só um peido sinfônico de proporções históricas… e também salvou um cliente milionário de morrer engasgado com bacalhau depois de uma reunião completamente sabotada por duas mentes criativas levemente alteradas e malvestidas.No meio do caos, aparece Michel de Montaigne com seu “porque era ele; porque era eu”, lembrando que amizade não precisa de explicação — só de disposição pra carregar o outro no ombro, mesmo quando o drama é gasoso.E quando tudo parecia o fim da agência (e da dignidade), ecoa Søren Kierkegaard:“A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas deve ser vivida olhando para frente.”No fim das contas, depois de toda filosofia torta, talvez a verdade seja mais simples do que parece: a gente acha que está infartando… mas quase sempre é só sede. Ou gás. Ou improviso demais.Um episódio sobre amizade, vergonha, improviso criativo e a fina linha entre tragédia e comédia — tudo isso enquanto eu procuro desesperadamente uma barraca de coco pra não evaporar no asfalto.Dá o play, anda junto e lembra: enquanto tiver sol, memória e caos interno… vai ter TÁ NA MENTE. 🌞🥥Se curtiu o vídeo, escorrega um Valeu$ pra fortalecer o rolê 👇💸 PIXola:[email protected]🤝 Apoia o canal:https://apoia.se/mundomolusco⭐ Seja membro e entre oficialmente no submundo do Molusco e veja os vídeos banidos📩 Contato comercial:[email protected]
By Molusco5
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São 8 da manhã e o sol já está em modo Saara em Gragoatá. Nesse episódio do TÁ NA MENTE, eu ativo o modo Tuareg e saio andando por Niterói enquanto a desidratação bate e as memórias vêm correndo mais rápido que cliente engasgado em restaurante fino.Entre uma sombra e outra, eu lembro de Gordete, o herói improvável de Nikity — o homem que já salvou o Cabralesco de um “infarto” que na verdade era só um peido sinfônico de proporções históricas… e também salvou um cliente milionário de morrer engasgado com bacalhau depois de uma reunião completamente sabotada por duas mentes criativas levemente alteradas e malvestidas.No meio do caos, aparece Michel de Montaigne com seu “porque era ele; porque era eu”, lembrando que amizade não precisa de explicação — só de disposição pra carregar o outro no ombro, mesmo quando o drama é gasoso.E quando tudo parecia o fim da agência (e da dignidade), ecoa Søren Kierkegaard:“A vida só pode ser compreendida olhando para trás, mas deve ser vivida olhando para frente.”No fim das contas, depois de toda filosofia torta, talvez a verdade seja mais simples do que parece: a gente acha que está infartando… mas quase sempre é só sede. Ou gás. Ou improviso demais.Um episódio sobre amizade, vergonha, improviso criativo e a fina linha entre tragédia e comédia — tudo isso enquanto eu procuro desesperadamente uma barraca de coco pra não evaporar no asfalto.Dá o play, anda junto e lembra: enquanto tiver sol, memória e caos interno… vai ter TÁ NA MENTE. 🌞🥥Se curtiu o vídeo, escorrega um Valeu$ pra fortalecer o rolê 👇💸 PIXola:[email protected]🤝 Apoia o canal:https://apoia.se/mundomolusco⭐ Seja membro e entre oficialmente no submundo do Molusco e veja os vídeos banidos📩 Contato comercial:[email protected]