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Neste nono episódio, o Ossobuco Podcast mergulha na trajetória de Tico Magalhães, mestre do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, que transformou sua vivência nas tradições pernambucanas em uma nova mitologia para a capital: o Mito do Calango Voador. Tico narra como a "brincadeira" surgiu há 21 anos para dar um ritmo e uma história próprios ao Cerrado, unindo elementos do maracatu e do cavalo marinho à identidade brasiliense, o que culminou no reconhecimento do grupo como patrimônio cultural imaterial do DF. É um relato potente sobre o poder da invenção e a importância de permitir que o lugar que habitamos também nos habite.
A conversa se expande com a participação de Rafael Pops, que compartilha como o convívio no terreiro do Seu Estrelo o "aterrou" novamente em Brasília através da magia, da poesia e do pertencimento. O episódio discute a tradição como uma invenção voltada para o futuro e destaca o caráter comunitário do grupo, onde pessoas de diversas profissões — como médicos e servidores públicos — se tornam "seres brincantes" para vivenciar o mistério e a cultura popular. Um diálogo sensível sobre como a coletividade e o "brincar" são capazes de reinventar o mundo e fortalecer os vínculos com o território.
By Ossobuco - Histórias que reverberamNeste nono episódio, o Ossobuco Podcast mergulha na trajetória de Tico Magalhães, mestre do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, que transformou sua vivência nas tradições pernambucanas em uma nova mitologia para a capital: o Mito do Calango Voador. Tico narra como a "brincadeira" surgiu há 21 anos para dar um ritmo e uma história próprios ao Cerrado, unindo elementos do maracatu e do cavalo marinho à identidade brasiliense, o que culminou no reconhecimento do grupo como patrimônio cultural imaterial do DF. É um relato potente sobre o poder da invenção e a importância de permitir que o lugar que habitamos também nos habite.
A conversa se expande com a participação de Rafael Pops, que compartilha como o convívio no terreiro do Seu Estrelo o "aterrou" novamente em Brasília através da magia, da poesia e do pertencimento. O episódio discute a tradição como uma invenção voltada para o futuro e destaca o caráter comunitário do grupo, onde pessoas de diversas profissões — como médicos e servidores públicos — se tornam "seres brincantes" para vivenciar o mistério e a cultura popular. Um diálogo sensível sobre como a coletividade e o "brincar" são capazes de reinventar o mundo e fortalecer os vínculos com o território.