O quinto episódio de The Last of Us foi liberado um dia antes por causa do Super Bowl que acontece nesse domingo, mas, segundo a HBO o programa voltará a ser exibido normalmente aos domingos.
Depois do episódio transitório que foi o número quatro, no quinto nós temos mais um flashback mostrando um pouco do que acontece aos personagens Henry e Sam antes de encontrem Joel e Ellie ao final do quarto episódio.
A série já nos mostrou a sua capacidade de nos manter engajados em cada um dos seus episódios, por mais distintos que se pareçam uns dos outros; sendo a história de Joel e de Ellie o fio condutor principal que a sustenta.
Apesar de se manter nessa mesma fómula, indo e voltando na história para nos apresentar a outros personagens, o que não é uma crítica a série, mas eu já começo a notar esse padrão... esse episódio se destaca porque é como se finalmente, depois de algum respespiro, ela voltasse a acontecesse como gostaríamos, mesmo que, repito, é como eu digo no episódio anterior, ao mesmo tempo que a série dá ela tira... ela nos dá algo que queremos, para retirar outra coisas que nós gostaríamos que não fosse retirado.
Mas isso, logicamente, serve muito peso dramatico à história, que repete sim a sua fórmula, mas, o que acontece nesse não é algo que eu acredito que queremos ou sequer esperamos. Principalmente se você não jogou os jogos, como eu.
O que a Ellie traz especificamente para esse episódio eu acho muito bonito. A gente quer acreditar que o seu gesto dará certo, mas é aí que a série volta à sua fórmula - retirando da gente o que nos apresenta no começo.
Será que todas as pessoas que cruzam o caminho de Joel e de Ellie terão o mesmo fato? Será que essa é uma série sem esperança?
O gesto, quase heróico de Ellie ao menino Sam, pode também levantar questões sobre a sua condição imune.