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No mais recente episódio do podcast "Passos pela Terra-média", Reinaldo, especialista em Tolkien e membro fundador da Valinor, percorre as ruas de São Carlos para enfrentar um tema que vira e mexe ressurge nas redes sociais: a acusação de que J.R.R. Tolkien seria adepto do gnosticismo. Vinda principalmente de círculos cristãos conservadores, essa tese é prontamente refutada por Reinaldo, que a classifica como uma interpretação sem precisão terminológica e que faz "quase nenhum sentido".
Ele explica que o gnosticismo clássico via o mundo físico como uma criação maligna de uma divindade inferior, visão que diverge totalmente do universo de Tolkien. No Legendário, o criador supremo, Eru Ilúvatar, demonstra amor pela sua obra material e coordena o plano divino de forma benevolente.
Reinaldo argumenta que a estrutura de O Silmarillion reflete muito mais o catolicismo tradicional e o Gênesis bíblico do que doutrinas esotéricas. O episódio conclui que as semelhanças apontadas por críticos são superficiais e ignoram a essência teológica positiva da Terra Média.
By ValinorNo mais recente episódio do podcast "Passos pela Terra-média", Reinaldo, especialista em Tolkien e membro fundador da Valinor, percorre as ruas de São Carlos para enfrentar um tema que vira e mexe ressurge nas redes sociais: a acusação de que J.R.R. Tolkien seria adepto do gnosticismo. Vinda principalmente de círculos cristãos conservadores, essa tese é prontamente refutada por Reinaldo, que a classifica como uma interpretação sem precisão terminológica e que faz "quase nenhum sentido".
Ele explica que o gnosticismo clássico via o mundo físico como uma criação maligna de uma divindade inferior, visão que diverge totalmente do universo de Tolkien. No Legendário, o criador supremo, Eru Ilúvatar, demonstra amor pela sua obra material e coordena o plano divino de forma benevolente.
Reinaldo argumenta que a estrutura de O Silmarillion reflete muito mais o catolicismo tradicional e o Gênesis bíblico do que doutrinas esotéricas. O episódio conclui que as semelhanças apontadas por críticos são superficiais e ignoram a essência teológica positiva da Terra Média.