Entre um café no bule e um pão de queijo na mão, essa crônica passeia pelo jeito mineiro de ser e de falar. Uma prosa sobre palavras que acolhem, sotaques que carregam história e o valor de quem faz do simples um gesto de afeto. Porque em Minas, a fala é mais que linguagem, é abrigo. E tem coisa que só se entende com um dedinho de prosa.