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Leitura do dia 3 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers.
O Lado Infamante do Relacionamento
“Temos chegado a ser considerados lixo do mundo” – 1 Coríntios 4.9-13.
Essas palavras não são exagero. A razão por que não se aplicam a nós, que nos dizemos ministros do evangelho, não é porque Paulo teria exagerado ao proferi-las, mas porque nosso comprometimento é bastante discreto a ponto de não nos permitirmos ser comparados a escórias. “Preencher o que resta das aflições de Cristo” não é prova de santificação, mas de estar “separado para o evangelho”.
“Não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos”, diz Pedro. Se estranharmos as coisas com que nos deparamos, é porque somos covardes. Nosso discreto comprometimento nos mantém afastados da lama: “Eu não me curvarei, não me dobrarei.” Não será preciso que o faça; você poderá ser salvo por um triz se o quiser. Poderá negar-se a deixar que Deus o considere separado para o evangelho. Ou então poderá dizer: “Não me importo se for tratado como a escória do mundo, contanto que o evangelho seja proclamado. “O servo de Jesus Cristo é aquele que está disposto a caminhar para a morte pela realidade do evangelho de Deus. Quando alguém que se considera a si mesmo bom e decente tem contato com se confronta com o desprezo, a imoralidade, a deslealdade ou desonestidade, sente tamanha repulsa por essas ofensas que foge em desespero e bloqueia seu coração contra o ofensor. Mas o milagre da existência do Deus redentor é o fato de que o pior e o mais vil ofensor jamais podem esgotar as profundezas do Seu amor. Paulo não disse que Deus o separou para revelar ao mundo o quão maravilhoso Ele poderia torná-lo, mas sim, para “…revelar seu Filho em mim…” (Gálatas 1:16).
By Edison Aquiles GrandoLeitura do dia 3 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers.
O Lado Infamante do Relacionamento
“Temos chegado a ser considerados lixo do mundo” – 1 Coríntios 4.9-13.
Essas palavras não são exagero. A razão por que não se aplicam a nós, que nos dizemos ministros do evangelho, não é porque Paulo teria exagerado ao proferi-las, mas porque nosso comprometimento é bastante discreto a ponto de não nos permitirmos ser comparados a escórias. “Preencher o que resta das aflições de Cristo” não é prova de santificação, mas de estar “separado para o evangelho”.
“Não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos”, diz Pedro. Se estranharmos as coisas com que nos deparamos, é porque somos covardes. Nosso discreto comprometimento nos mantém afastados da lama: “Eu não me curvarei, não me dobrarei.” Não será preciso que o faça; você poderá ser salvo por um triz se o quiser. Poderá negar-se a deixar que Deus o considere separado para o evangelho. Ou então poderá dizer: “Não me importo se for tratado como a escória do mundo, contanto que o evangelho seja proclamado. “O servo de Jesus Cristo é aquele que está disposto a caminhar para a morte pela realidade do evangelho de Deus. Quando alguém que se considera a si mesmo bom e decente tem contato com se confronta com o desprezo, a imoralidade, a deslealdade ou desonestidade, sente tamanha repulsa por essas ofensas que foge em desespero e bloqueia seu coração contra o ofensor. Mas o milagre da existência do Deus redentor é o fato de que o pior e o mais vil ofensor jamais podem esgotar as profundezas do Seu amor. Paulo não disse que Deus o separou para revelar ao mundo o quão maravilhoso Ele poderia torná-lo, mas sim, para “…revelar seu Filho em mim…” (Gálatas 1:16).