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Leitura do dia 7 de janeiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
Intimidade com Jesus
“Há tanto tempo estou convosco, e não me tendes conhecido”? - João 14.9
Estas palavras não são de uma censura, nem mesmo exprimem surpresa por parte de Jesus; são um incentivo a Filipe. Jesus é a última pessoa que chegamos a conhecer intimamente. Antes do Pentecoste, os discípulos conheciam a Jesus como aquele que lhes dera poder para vencer demônios e promover um avivamento (ver Lucas 10.18-20). Era um excelente nível de conhecimento; mas havia um nível ainda mais elevado - “Eu vos chamei amigos”. A amizade é rara na terra. Ela significa identidade de pensamento, alma e espírito. Toda a disciplina da vida tem por finalidade nos capacitar para entrar nesse relacionamento mais íntimo com Jesus Cristo. Recebemos as suas bênçãos e conhecemos a sua Palavra, mas será que o conhecemos?
Jesus disse: “Convém-vos que eu vá” - aquele relacionamento precisava terminar para que ele pudesse levá-los a um relacionamento melhor. É uma alegria para Jesus ver um discípulo seu se interessar em viver em maior intimidade com ele. O aparecimento de frutos é sempre apresentado como a manifestação de uma união íntima com Jesus Cristo (João 15.1-4).
Depois que nos tornamos íntimos de Jesus, nunca nos sentimos sós, nunca precisamos de conforto; podemos dar de nós mesmos o tempo todo sem nos tornarmos desprovidos. A pessoa que conhece a Jesus intimamente nunca deixará para outros suas impressões próprias, mas apenas a impressão de que Jesus está encontrando caminho livre em sua vida, já que o derradeiro abismo que restava em sua natureza foi preenchido por Jesus. A única impressão deixada por uma vida assim é a grande firmeza interior que o Senhor dá àqueles que se tornam íntimos dele.
By Edison Aquiles GrandoLeitura do dia 7 de janeiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
Intimidade com Jesus
“Há tanto tempo estou convosco, e não me tendes conhecido”? - João 14.9
Estas palavras não são de uma censura, nem mesmo exprimem surpresa por parte de Jesus; são um incentivo a Filipe. Jesus é a última pessoa que chegamos a conhecer intimamente. Antes do Pentecoste, os discípulos conheciam a Jesus como aquele que lhes dera poder para vencer demônios e promover um avivamento (ver Lucas 10.18-20). Era um excelente nível de conhecimento; mas havia um nível ainda mais elevado - “Eu vos chamei amigos”. A amizade é rara na terra. Ela significa identidade de pensamento, alma e espírito. Toda a disciplina da vida tem por finalidade nos capacitar para entrar nesse relacionamento mais íntimo com Jesus Cristo. Recebemos as suas bênçãos e conhecemos a sua Palavra, mas será que o conhecemos?
Jesus disse: “Convém-vos que eu vá” - aquele relacionamento precisava terminar para que ele pudesse levá-los a um relacionamento melhor. É uma alegria para Jesus ver um discípulo seu se interessar em viver em maior intimidade com ele. O aparecimento de frutos é sempre apresentado como a manifestação de uma união íntima com Jesus Cristo (João 15.1-4).
Depois que nos tornamos íntimos de Jesus, nunca nos sentimos sós, nunca precisamos de conforto; podemos dar de nós mesmos o tempo todo sem nos tornarmos desprovidos. A pessoa que conhece a Jesus intimamente nunca deixará para outros suas impressões próprias, mas apenas a impressão de que Jesus está encontrando caminho livre em sua vida, já que o derradeiro abismo que restava em sua natureza foi preenchido por Jesus. A única impressão deixada por uma vida assim é a grande firmeza interior que o Senhor dá àqueles que se tornam íntimos dele.