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Leitura do dia 23 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
A Determinação de Servir
“O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir” – Mateus 20.28
Jesus também disse: “…Pois no meio de vós, eu sou como quem serve” (Lucas 22:27). Paulo pensava do mesmo modo que o Senhor Jesus sobre o serviço, pois afirmou: “…e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (2 Coríntios 4:5). Temos a ideia de que uma pessoa que é chamada para o serviço ministerial é chamada para ser diferente e melhor do que as demais. Mas de acordo com Jesus Cristo, essa pessoa é convocada para ser um “capacho” para os outros — chamado para ser o líder espiritual, mas nunca para postar-se como superior. Paulo afirmou: “Tanto sei estar humilhado…” (Filipenses 4:12). A ideia de Paulo sobre o ministério era derramar sua vida até a última gota pelos outros. E, nesse sentido, receber louvores ou críticas não lhe fazia a menor diferença. Enquanto houvesse um ser humano sem o conhecimento de Jesus, Paulo sentia-se devedor de ministrar a essa pessoa até que ela viesse a conhecer o Mestre. Contudo, o grande motivador do serviço ministerial de Paulo não era seu amor pelas pessoas, mas seu amor por seu Senhor. Se a nossa dedicação visar apenas o ser humano, seremos logo vencidos e frustrados, pois com frequência seremos confrontados com a enorme ingratidão de outras pessoas. Porém, se somos movidos pelo amor que dedicamos a Deus, nenhuma quantidade ou espécie de ingratidão será capaz de nos impedir de servimos uns aos outros.
A compreensão de Paulo sobre como Cristo tinha lidado com ele, é o segredo de sua determinação em servir os outros. Ele se autodescreveu como blasfemo, perseguidor e insolente (1 Timóteo 1:13). Em outras palavras, não importa o quanto Paulo tenha sido maltratado pelos outros, eles jamais poderiam tê-lo tratado com o mesmo grau de desprezo e ódio com o qual ele tinha tratado a Jesus. Uma vez que percebemos que Jesus nos serviu, mesmo com a profundidade de nossa vileza, nosso egoísmo e nosso pecado, nada que encontremos nos outros será capaz de exaurir a nossa determinação para servi-los em nome do Seu amor.
By Edison Aquiles GrandoLeitura do dia 23 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
A Determinação de Servir
“O Filho do homem... não veio para ser servido, mas para servir” – Mateus 20.28
Jesus também disse: “…Pois no meio de vós, eu sou como quem serve” (Lucas 22:27). Paulo pensava do mesmo modo que o Senhor Jesus sobre o serviço, pois afirmou: “…e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (2 Coríntios 4:5). Temos a ideia de que uma pessoa que é chamada para o serviço ministerial é chamada para ser diferente e melhor do que as demais. Mas de acordo com Jesus Cristo, essa pessoa é convocada para ser um “capacho” para os outros — chamado para ser o líder espiritual, mas nunca para postar-se como superior. Paulo afirmou: “Tanto sei estar humilhado…” (Filipenses 4:12). A ideia de Paulo sobre o ministério era derramar sua vida até a última gota pelos outros. E, nesse sentido, receber louvores ou críticas não lhe fazia a menor diferença. Enquanto houvesse um ser humano sem o conhecimento de Jesus, Paulo sentia-se devedor de ministrar a essa pessoa até que ela viesse a conhecer o Mestre. Contudo, o grande motivador do serviço ministerial de Paulo não era seu amor pelas pessoas, mas seu amor por seu Senhor. Se a nossa dedicação visar apenas o ser humano, seremos logo vencidos e frustrados, pois com frequência seremos confrontados com a enorme ingratidão de outras pessoas. Porém, se somos movidos pelo amor que dedicamos a Deus, nenhuma quantidade ou espécie de ingratidão será capaz de nos impedir de servimos uns aos outros.
A compreensão de Paulo sobre como Cristo tinha lidado com ele, é o segredo de sua determinação em servir os outros. Ele se autodescreveu como blasfemo, perseguidor e insolente (1 Timóteo 1:13). Em outras palavras, não importa o quanto Paulo tenha sido maltratado pelos outros, eles jamais poderiam tê-lo tratado com o mesmo grau de desprezo e ódio com o qual ele tinha tratado a Jesus. Uma vez que percebemos que Jesus nos serviu, mesmo com a profundidade de nossa vileza, nosso egoísmo e nosso pecado, nada que encontremos nos outros será capaz de exaurir a nossa determinação para servi-los em nome do Seu amor.