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Leitura do dia 28 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
Agora Você Crê?
“Por isso cremos... respondeu-lhes Jesus: Credes agora?” – João 16. 30-31.
“Agora cremos…”. Mas Jesus questiona: “Credes…? Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos […], e me deixareis só” (16:31,32). Muitos obreiros cristãos têm deixado Jesus Cristo sozinho e mesmo assim tentaram servi-lo por obrigação, ou por sentirem uma necessidade, resultante do próprio discernimento. Na verdade, o que os motiva a se comportar assim é a ausência da vida ressurreta de Jesus. Nossa alma perdeu aquele contato íntimo com Deus firmando-se apenas em nosso próprio entendimento religioso (Provérbios 3:5,6). Este não é pecado intencional e, não há punição por ele. Mas, uma vez que a pessoa percebe de que maneira ela dificulta a sua compreensão acerca de Jesus Cristo e causa incertezas, sofrimentos e dificuldades para si mesmo, é com vergonha e remorso que ela deve retornar ao Senhor.
Precisamos confiar na vida ressurreta de Jesus com maior profundidade do que temos acreditado. Precisamos adquirir o hábito de continuamente buscar o Seu conselho para todas as coisas, em vez de tomar nossas próprias decisões fundamentadas no bom senso e em seguida, pedir as Suas bênçãos sobre elas. Ele não pode abençoá-las; esse não é o modo como as coisas funcionam no Seu reino, e essas decisões estão, em geral, fora da realidade. Se fazemos algo simplesmente por obrigação, estamos tentando viver de acordo com um padrão que, na verdade, compete com Jesus Cristo. Tornamo-nos orgulhosos, pessoas arrogantes, achando que sabemos o melhor a fazer em todas as situações. Colocamos o nosso senso de dever no trono da nossa vida, em vez de entronizar a vida ressurreta de Jesus. Não fomos orientados a “andar na luz” das nossas consciências ou à luz do senso de dever, mas sim a “…andarmos na luz, como ele está na luz…” (1 João 1:7). Quando fazemos alguma coisa por obrigação, é fácil explicar as razões das nossas ações para os outros. Mas quando fazemos algo em obediência ao Senhor, não pode existir outra explicação — é, simplesmente, obediência. É por isso que um santo pode ser tão facilmente ridicularizado e mal compreendido.
By Edison Aquiles GrandoLeitura do dia 28 de fevereiro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers
Agora Você Crê?
“Por isso cremos... respondeu-lhes Jesus: Credes agora?” – João 16. 30-31.
“Agora cremos…”. Mas Jesus questiona: “Credes…? Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos […], e me deixareis só” (16:31,32). Muitos obreiros cristãos têm deixado Jesus Cristo sozinho e mesmo assim tentaram servi-lo por obrigação, ou por sentirem uma necessidade, resultante do próprio discernimento. Na verdade, o que os motiva a se comportar assim é a ausência da vida ressurreta de Jesus. Nossa alma perdeu aquele contato íntimo com Deus firmando-se apenas em nosso próprio entendimento religioso (Provérbios 3:5,6). Este não é pecado intencional e, não há punição por ele. Mas, uma vez que a pessoa percebe de que maneira ela dificulta a sua compreensão acerca de Jesus Cristo e causa incertezas, sofrimentos e dificuldades para si mesmo, é com vergonha e remorso que ela deve retornar ao Senhor.
Precisamos confiar na vida ressurreta de Jesus com maior profundidade do que temos acreditado. Precisamos adquirir o hábito de continuamente buscar o Seu conselho para todas as coisas, em vez de tomar nossas próprias decisões fundamentadas no bom senso e em seguida, pedir as Suas bênçãos sobre elas. Ele não pode abençoá-las; esse não é o modo como as coisas funcionam no Seu reino, e essas decisões estão, em geral, fora da realidade. Se fazemos algo simplesmente por obrigação, estamos tentando viver de acordo com um padrão que, na verdade, compete com Jesus Cristo. Tornamo-nos orgulhosos, pessoas arrogantes, achando que sabemos o melhor a fazer em todas as situações. Colocamos o nosso senso de dever no trono da nossa vida, em vez de entronizar a vida ressurreta de Jesus. Não fomos orientados a “andar na luz” das nossas consciências ou à luz do senso de dever, mas sim a “…andarmos na luz, como ele está na luz…” (1 João 1:7). Quando fazemos alguma coisa por obrigação, é fácil explicar as razões das nossas ações para os outros. Mas quando fazemos algo em obediência ao Senhor, não pode existir outra explicação — é, simplesmente, obediência. É por isso que um santo pode ser tão facilmente ridicularizado e mal compreendido.