tudo pode ser

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tudo pode ser episodes

  • eu parei de contar

    parece meio fora de lugar falar de qualquer coisa que não seja as eleições ou o futuro do Brasil, mas tô tentando. acho que todo mundo precisa de um respiro (inclusive eu)—daí veio o episódio dessa semana; um questionamento leve frente à iminência do fim do mundo.


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    lidos e assistidos da semana:

    - A Tormenta de Espadas (2000), livro (lendo!)

    - Piaf (2026), peça


    13 min
  • buscando uma luz no fim do túnel

    peço que entendam o que significa ser otimista pra mim. acho que basicamente o que eu disse foi que tá todo mundo sofrendo e, por isso, temos que encontrar espaços em comum. vê aí o que você acha.


    referência e mencionados:

    - o artigo falando sobre os espaços vazios nas histórias pós-apocalípticas

    - The Road, Cormac McCarthy

    - The Last of Us pt. II


    lidos e assistidos da semana:

    - A Hipótese do Amor (2026), filme

    - A Fúria dos Reis (1998), livro

    - The Last of Us pt. II (2020), jogo

    17 min
  • o fim da empatia

    eu poderia falar extensamente sobre o episódio, mas acho que ele fala por si. espero não deprimir muito vocês, não era essa a intenção.

    11 min
  • amizades adultas e outras coisas (com a vic)

    uma geminiana e uma pisciana sentam pra conversar e tentam seguir um roteiro—e falham. quer dizer, mais ou menos. falamos sobre criação de conteúdo, relações à distância e a Vic criticou minha vida amorosa; é quase como ler as nossas conversas de WhatsApp.


    a tradução da citação que a Vic leu no final do episódio (pra quem não for assistir ao vídeo): "eu estava ao mesmo tempo dentro e fora, simultaneamente encantado e repelido pela inesgotável variedade da vida."


    mencionados:

    - O Caminho do Artista, Julia Cameron

    - O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald


    redes da Vic:

    - youtube

    - instagram

    36 min
  • o que the last of us me ensinou sobre o amor

    esse não é um episódio sobre the last of us, mas é um episódio no qual eu penso sobre como the last of us me faz pensar sobre o que é importante na vida. tô meio monotemática com essa coisa de sentido da vida—é que tem sido um tópico constante na minha terapia e nas minhas rodas de conversa.

    12 min
  • eu sou viciada no meu celular

    eu não sei vocês, mas eu acho que o meu uso do celular já deixou de ser saudável tem um tempo. tô meio chovendo no molhado mas espero que ajude a refletir (autocrítica).


    referências:

    - o dilema das redes (netflix)

    - inside (netflix); e a cena específica que eu menciono

    - a sociedade do espetáculo (guy debord)

    - vídeo da marcia tiburi

    21 min
  • lendo meus diários da pré adolescência

    meio rindo e meio melancólica (não tinha como ser diferente), encontrei dois diários de 2006, 2007 e 2008. achei que valia vir compartilhar com vocês. espero que faça com que vocês se olhem com carinho—foi assim pra mim.

    26 min
  • queria falar sobre a odisseia

    assim como muitas pessoas, assisti a odisseia semana passada, e quis dar meu pitaco também. tentei não dar spoilers, então dá pra ouvir mesmo se você ainda não assistiu—mas é mais legal se você tiver assistido.


    errata! shakespeare viveu no final do século XVI e início do XVII. falei errado no episódio porque esse negócio de século ainda me confunde, perdão.


    referências:

    - entrevista com a emily wilson

    - ⁠a epopeia odisseia de homero como instrumento formativo: concepções sobre os princípios do herói grego⁠

    - homero e a tradição oral

    - odysseus and the genus "hero"

    - the ancient reception of homer


    mencionados (na ordem em que aparecem):

    - Jogos Vorazes, Suzanne Collins

    - Quarta Asa, Rebecca Yarros

    - 1984, George Orwell

    - Romeu e Julieta, William Shakespeare

    25 min

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não é um podcast sobre a Xuxa, mas poderia. aqui eu falo sobre todas as coisas—reflexões, opiniões, histórias. minha ideia é sentar, gravar e postar. talvez tenha um convidado, talvez não. eu gosto…