Tempos de extraordinária incerteza e volatilidade, como os atuais, exigem uma forte capacidade de análise, com vista à definição de linhas de ação para responder aos desafios. É este o entendimento da associação que congrega os interesses do sector da distribuição, expresso pelo seu presidente, José António Nogueira de Brito. Sejam as alterações climáticas e os seus impactos na segurança alimentar, sejam as guerras e as suas consequências nas cadeias de abastecimento, seja a recessão económica e o aumento da pobreza e das desigualdades sociais, sejam os ataques informáticos que podem paralisar empresas e serviços de primeira necessidade, todos estes desafios também convidam a olhar para a oportunidade de fazer diferente na construção do futuro. Um futuro que o presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) considera ter de ser, necessariamente, cada vez mais colaborativo, com a associação a manifestar a sua total abertura para ser parte da solução e colaborar com os seus mais diversos “stakeholders”. Sejam os fornecedores, o consumidor e o próprio Governo, já que a APED quer ser voz ativa do sector nos processos que o afetam. Criar e distribuir valor rumo ao futuro é o grande objetivo de um sector que ambiciona continuar na linha da frente de todas as transformações relevantes que estão a acontecer na sociedade.
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