USP Especiais - USP

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USP Especiais - USP episodes

  • USP Especiais #98: Vila Carolina - um reduto de bambas e de punks
    Por mais difícil que pareça, sambistas e punks compartilham o mesmo espaço em Vila Carolina, São Paulo. Camilly Rosaboni visitou o bairro e conversou com representantes de ambas as expressões. Entre eles, o sambista Moizes Pires e o punk Ariel Uliana.
    Camilly conversou também com Paulo José Khoury de Andrade, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP.
    Ouça e compartilhe!
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    Produção, roteiro e apresentação: Camilly Rosaboni
    Revisão: Gustavo Xavier e Tabita Said
    Edição e montagem: Gustavo Xavier
    Composição de trilhas para marcações sonoras: Bruno Torres Nogueira
    51 min
  • USP Especiais #97: O Brasil é Black
    USP Especiais traz a formação da música Black brasileira. Marcada pelo enfrentamento ao racismo e à ditadura, fãs e artistas manifestavam seu jeito de viver e curtir a vida. Vem com a gente, ouvir Carlos Dafé, Banda Black Rio, Tim Maia e outros.
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    Roteiro e apresentação: André Higa, estudante do Bacharelado em Composição do Departamento de Música da USP, Campus Butantã.
    Orientação: Eduardo Vicente, professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da Escola de Comunicações e Artes da USP.
     
    51 min
  • USP Especiais #96: Inteligência artificial na pesquisa científica
    No final de junho, o Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP recebeu professores e pesquisadores para um seminário especial para comemorar o lançamento da Revista USP número 141, com dossiê tratando de inteligência artificial na pesquisa científica.
    A abertura do seminário foi feita pela professora Rosely de Deus Lopes, diretora do IEA, e contou com a participação dos professores e articulistas André Ponce de León, do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da USP em São Carlos, e Anna Helena Reali Costa e Fábio Cozman, ambos da Escola Politécnica da USP.
    Organizado pelo sociólogo Glauco Arbix, pesquisador do Observatório da Inovação do IEA e coordenador da área de humanidades do Centro de Inteligência Artificial da USP, o dossiê contou com dez artigos que tratam do envolvimento da IA em pesquisas nas várias esferas da sociedade, como mudanças climáticas, saúde, ética e direito.
    1 hr 2 min
  • USP Especiais #95: Programa comemora 160 anos de Alberto Nepomuceno
    Os 160 anos de Alberto Nepomuceno (1864-1920) são comemorados nesta edição de USP Especiais, que traz dez composições do músico cearense. Entre as obras veiculadas estão Serenata para Cordas, Batuque – ambas para orquestra -, as peças para piano Prece, Devaneio e Improviso, as canções Coração Triste – com letra do escritor Machado de Assis -, Tu És o Sol e Turquesa, a abertura da ópera inacabada O Garatuja e Ave Maria para Coro Feminino.
    Alberto Nepomuceno nasceu em Fortaleza (CE) no dia 6 de julho de 1864. Transferindo-se para o Rio de Janeiro em 1884, ali ele conheceu personalidades como o escritor Machado de Assis e o poeta Olavo Bilac. Depois foi estudar na Europa, onde conviveu com compositores como Johannes Brahms, Edvard Grieg, Claude Debussy e Camille Saint-Saëns. De volta ao Brasil, tornou-se diretor do Instituto Nacional de Música, no Rio de Janeiro, e foi incentivador de um então jovem compositor carioca, Heitor Villa-Lobos.
    As 176 obras preservadas de Alberto Nepomuceno podem ser classificadas em cinco gêneros musicais: óperas, música para orquestra, música de câmara, música vocal e música sacra. Nepomuceno morreu no Rio de Janeiro, em 1920, aos 56 anos.
    Este podcast reproduz o programa USP Especiais, da Rádio USP, que foi ao ar no dia 2 de julho de 2024.
    56 min
  • USP Especiais #94: USP e questão indígena, com José de Souza Martins
    Dois episódios do programa No ritmo da vida, veiculado originalmente como podcast do Estadão, estão aqui reunidos para veiculação pela Rádio USP. Nessas conversas, apresentadas por Antônio Penteado Mendonça, o sociólogo José de Souza Martins traz sua perspectiva sobre a história da USP. Ele também aborda suas experiências e conhecimentos acerca da diversas questões relacionadas aos povos indígenas do Brasil.
    41 min
  • USP Especiais #93: Alternativos
    Qual é a cara do indie brasileiro? Você já deve ter se perguntado isso, talvez porque escuta músicas estadunidenses ou inglesas que são desse gênero, mas não sabe muito bem como se dá esse mesmo cenário no Brasil, tampouco sua história – até fazer esse programa, nós também não! Por isso, o USP Especiais mergulha na música indie brasileira, sobretudo sua variação indie-rock e grunge dos anos 90.
    E mais! Nesse programa, você poderá ouvir uma entrevista exclusiva com o vocalista de uma das bandas de sucesso dessa cena. Fique ligado no bate-papo com Rodrigo Carneiro, dos Mickey Junkies. Com vocês: “Alternativos”!
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    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação, edição e montagem: Gabriela Lima, Ana Lima e Gabriel Venancio (estudantes, respectivamente, do Curso de Jornalismo da ECA-USP, Curso Superior do Audiovisual da ECA-USP e Curso de Ciência da Computação do IME-USP);
    Participação especial: Rodrigo Carneiro (vocalista da banda Mickey Junkies);
    Supervisão e orientação: Sandro Della Costa e Eduardo Vicente (respectivamente, técnico e professor do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA-USP).
    57 min
  • USP Especiais #92: O embalo das 6 às 9 — novelas brasileiras e suas trilhas musicais
    Não há nada tão bom quanto uma novela brasileira. Sentar no sofá e conferir um episódio de Malhação, deleitar-se com os encantos de Meu Pedacinho de Chão, dançar e cantar com as estrelas de Cheias de Charme, ou mesmo amar odiar o Félix, de Amor à Vida — todas essas são experiências tipicamente brasileiras.
    Além de dar origem a personagens icônicos e enredos memoráveis, as cenas de novelas que ficam marcadas na memória são sempre embaladas pelas mais famosas canções. Seja sertanejo, pop, rock, funk, ou uma mistura de tudo isso e mais um pouco, não tem erro: sempre que ouvimos uma melodia entrar em cena, já sabemos se estamos no Leblon, na Tijuca ou mesmo na Capadócia.
    Então venha passear pelo túnel do tempo e redescobrir as músicas que fizeram sucesso nas tramas mais mirabolantes da teledramaturgia brasileira.
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    Roteiro: Ian Salmar e Juliana Machado
    Narração: Ian Salmar e Juliana Machado
    Gravação e Suporte Técnico: Sandro Costa
    Edição: Ian Salmar
    Orientação de prof. dr. Eduardo Vicente
    Rádio e Mídia Sonora II – Departamento de Cinema, Rádio e Televisão Escola de Comunicações e Artes – Universidade de São Paulo
    53 min
  • USP Especiais #91 - Mulheres no Jornalismo Musical
    Em sua pesquisa de mestrado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, orientada pelo professor Ricardo Santhiago Corrêa, a jornalista Márcia Scapatício discute as imbricações de gênero no Jornalismo Musical, pela perspectiva de uma garota que sempre respirou música mas nunca conseguiu acessar esta área de especialização, ambiente ainda extremamente masculino. “Isso alimenta a indústria da música, o mercado, as artistas e tem um desdobramento, um ‘eco’ no jornalismo musical”.
    Nesta edição do USP Especiais #91, Márcia conta sobre um projeto a que deu início mas não chegou a ser publicado em lugar algum: os caras da loja de disco Laser Express, em Piracicaba, composta fundamentalmente por homens que, com sua influência para além das indicações de discos, regiam a agenda cultural e a cena musical da cidade. 
    A pesquisadora fala sobre a proximidade entre artistas e jornalistas. Ela tem como referência a trajetória da cantora britânica Poly Styrene – primeira vocalista negra a ganhar relevância na cena do punk rock inglês dos anos 1970. E sobre o sexismo na música, Márcia entrevistou a jornalista inglesa Vivien Goldman, uma das cronistas mais importantes sobre o punk e o reggae, biógrafa de Bob Marley e conhecida como “professora de punk” da New York University. Goldman desabafou que a indústria musical de sua época era uma área de garotos, em que os homens do pedaço acreditavam que as mulheres não consumiam música.  
    “Os caras que eu lia aos 15 anos, e agora eu tenho 41, são os mesmos. Se eu pegar entrevistando uma banda joia, vai ser aquele cara. Eu vejo isto como uma estrutura social que não permite que mulheres alcancem todos os lugares, ou que, se alcancem, sejam somente algumas mulheres”, lembra Márcia.
    Créditos do programa
    Produção e roteiro: Tabita Said
    Direção e montagem: Gustavo Xavier
    Captação: Cid Roberto e Mariana Franco
    Créditos musicais
    Waiting Room / Composição: Ian MacKaye / Interpretação: Fugazi
    O Que Eu Vou Ser Quando Crescer? / Composição: Mao / Interpretação: Garotos Podres
    A Noite Vai Chegar / Composição: Paulinho Camargo / Interpretação: Lady Zu
    Loneliness / Composição: Alexandra, Zé Antonio, Flávio e Eliane/ Interpretação: Pin Ups
    Deusa Sombria/ Composição: Chico Lobo/ Interpretação: Perfume Azul do Sol
    Na Hora Do Almoço / Composição: Belchior / Interpretação: As Baias
    Crash / Composição: Rodrigo Ogi / Interpretação: Juçara Marçal
    Humanos / Composição: Supla, Bid e Andrés / Interpretação: Tokyo
    Som ambiente
    Correndo sem Parar / Composição: Karl Hummel e Marcelo Nova / Interpretação: Camisa de Vênus
    Status / Composição: Lee Marcucci, Luiz Sérgio Carlini e Rita Lee / Interpretação: Rita Lee & Tutti Frutti
    Kitsch / Composição: Marian Elliott, Celeste Bell e Martin Glover / Interpretação: Poly Styrene
    What to do / Composição: Papi e Alf Soares / Interpretação: Vanusa
    E acho que não sou só eu / Composição: Marina Lima / Interpretação: Marina Lima
    Heavy Drums Bass/ Composição: Audionautix / Interpretação: Audionautix
    58 min
  • USP Especiais #90: O R&B do BR
    O estilo musical Rhythm and Blues, ou simplesmente R&B para os mais íntimos, é um gênero popular que surgiu nos Estados Unidos e que recebeu esse nome no final da década de 40. Foi criado pela comunidade negra norte-americana e, aos poucos, difundiu-se pelo mundo até chegar ao Brasil nos anos 70. Desde então, desenvolveu-se ao ponto de tornar-se popular entre a população local e misturar-se com outros gêneros tradicionais como o samba e o pagode. Nesse episódio, está presente a trajetória do R&B no mercado fonográfico brasileiro, acompanhando os momentos de sua introdução até chegar na cena contemporânea.
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    Créditos do programa
    Roteiro, apresentação, edição e mixagem: Gabriel Leonel da Silva Santana
    Captação e direção: Adam Melo
    Supervisão e orientação: Eduardo Vicente
    56 min
  • USP Especiais #89: Itamar Assumpção no Radioatividade - Parte 2
    Trinta anos atrás, Itamar Assumpção (1949–2003) veio até a Rádio USP para uma conversa no estúdio. Com Magaly Prado estavam o saudoso técnico Tião Marciano e o estagiário do programa Radioatividade, Charles Monfort. A proposta era deixar Itamar Assumpção contar detalhadamente sobre o disco recém-lançado na ocasião: Bicho de 7 Cabeças – o primeiro disco da trilogia acompanhado pela banda Orquídeas do Brasil, integrada por dez musicistas. A reprise desta gravação de 1993 tem o intuito de prestar um tributo à genialidade deste que foi, dentre os artistas da música popular brasileira, um dos mais agudos — tão áspero e enérgico, quanto doce.
    Francisco José Itamar de Assumpção nos deixou há 20 anos — uma triste efeméride, especialmente por ter morrido cedo, aos 53 anos. O compositor, cantor, instrumentista, arranjador e produtor musical, precursor do afrofuturismo e radicado em performance, foi deflagrado na cena independente paulistana que ajudou a formar nas décadas de 1980 e 1990. O legado indelével é formado por 12 discos (três póstumos).
    Muito além da tradicional música negra, o som de Itamar Assumpção era um grande exercício de mistura com fusão de estilos (sem comprometimento de se fixar em nenhum deles), como samba, samba de breque, rap, reggae, rock, funk etc. — investidas dissonantes, música experimental, tudo descolado da mesmice própria dos estereótipos.
    Saiba mais sobre Itamar Assumpção, suas orquídeas, discografia completa e demais informações neste link.
    52 min

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