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The Dowager Countess, a nossa democracia, o kimchi, os Idles e outras imperfeições reunem-se no último episódio desta primeira temporada. Até breve, caros dois ouvintes.
Continuamos no registo escatológico, o que só prova que a maior parte das discussões de casal é c@ca. Fomos ver uma exposição mas não ficámos muito convencidos. As almôndegas ficaram razoáveis, tinham beneficiado de mais molho de tomate.
Semeei os pimenteiros no dia 5 de março mas entretanto caiu granizo, vamos lá ver se se safam. Neste episódio a discussão quase deu sangue mas, se o David Bowie e o Iggy Pop conseguiram trabalhar em conjunto, quem somos nós para alegar divergências criativas?
Lá está, se alguém que eu cá sei fosse eleita Presidente dos EUA, aposto que fazia do Tom Waits ministro da cultura. Desculpem-me Swifties. E pessoas que não apreciam piadas oncológicas. Faltam-me competências sociais, mas vocês já tinham reparado.
Não foi no episódio anterior que fomos a Coimbra, foi no penúltimo. A música não é do John Williams, é de um senhor que eu não conhecia, peço imensa desculpa, John Barry, devia conhecer porque também fez a banda sonora do Dances with Wolves. Meryl Streep a Presidente!
O Miguel desligaria o fusível de um putativo sensor de estacionamento mas não se importa que tenhamos dados de peluche pendurados no espelho retrovisor. Prioridades. O caril ficou muito bom.
O Séneca não tinha chapeu de chuva. Hoje não fizemos o jantar mas o Miguel hidratou-se bem para a prova do dia seguinte. Um Ferrari passou por nós, julgo que em Pombal.
Estamos de acordo que Alfama é linda mas, santos à parte, quem merece o troféu? Spoiler: afinal não discordamos acerca disto.
A Leonor Teles e o Canijo dão 10 a 0 ao Malik. Se não suspeitavam que era a Mariana a escrever estes resumos, agora já sabem. Mas, hoje, o Miguel dançou.
Ah, e o Barbie não é o pior filme de 2024, é o pior filme de 2023. O deste ano, ainda não sabemos.
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