Arigó tornou-se espírita, não pelo estudo das obras doutrinárias nem pela influência de qualquer doutrinador, mas pela própria vivência da doutrina. Ele aprendeu vivendo e sofrendo os problemas da mediunidade na sua própria carne. Ao contrário do que pensam as pessoas mal-informadas sobre questões doutrinárias, Arigó não é um mestre de Espiritismo nem um condutor de multidões. É apenas um médium.