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A brusca interrupção da "normalidade" capitslista imposta pelo COVID-19 trouxe à tona uma série de problemas e questionamentos que ultrapassam o campo dos debates referentes à pandemia. O tensionamento social causado pela doença evidenciou o antagonismo entre vida e capitalismo, expondo a impossibilidade de atender simultaneamento às necessidades humanas e do mercado. No texto de hoje, Patricia Agosto aborda a resistência das mulheres latino-americanas diante das investidas do capital durante a pandemia, sugerindo que busquemos nas estratégias feministas de luta o referencial que precisamos para defender a vida diante de um sistema de morte.
By Leia MarxistasA brusca interrupção da "normalidade" capitslista imposta pelo COVID-19 trouxe à tona uma série de problemas e questionamentos que ultrapassam o campo dos debates referentes à pandemia. O tensionamento social causado pela doença evidenciou o antagonismo entre vida e capitalismo, expondo a impossibilidade de atender simultaneamento às necessidades humanas e do mercado. No texto de hoje, Patricia Agosto aborda a resistência das mulheres latino-americanas diante das investidas do capital durante a pandemia, sugerindo que busquemos nas estratégias feministas de luta o referencial que precisamos para defender a vida diante de um sistema de morte.