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Sabe aquela sensação de que você se perdeu de você? A gente compartilha nossas experiências com esse autoapagamento e refletimos sobre possibilidades de saída pra não cair nessa grande cilada! Jogamos a pergunta e queremos saber de você: onde você sente que se apaga? Conta pra gente!
Nossas vênus estão cansadas, isso todo mundo já sabe, mas agora está ficando cada vez mais madura também... será que essa dinâmica cansativa vem de onde? Falamos um tanto e damos algumas esperanças no final!
O reality do momento ganhou uma análise bem detalhada da gente fazendo um paralelo com a vida de solteira, a dinâmica dos aplicativos de relacionamento, o machismo de cada dia e o que fazer com as expectativas. Casamento às cegas é uma produção da Netflix e esse episódio tá cheeeeeio de spoiler viu?
Como você encontra o prazer? Ele faz parte da sua vida? Nesse episódio a gente conta como foi o nosso encontro e como a gente nutre isso no nosso dia a dia e damos dicas pra você fazer isso também! Um episódio pra gente se conectar com o gostosinho da vida! <3
Pandemia, isolamento e solteirice: uma combinação muito desafiadora que nos coloca em um modo completamente inovador de lidar com o flerte, com o encontro e com os limites! Nesse episódio regado a gargalhadas e muitos causos de dates e aplicativos, Tati Sabadini e Gabi Vinhas recebem Flávia Corregio e batem um papo incrível sobre essa coisa de ser solteira na pandemia comemorando o dia dxs namoradis com muito amor próprio! <3
Quem gosta de migalha é pombo. Nesse episódio Tati Sabadini e Gabriella Vinhas convidam você a dizer em alto e bom som: EU SOU O AMOR DA MINHA VIDA. E aí? Conseguiu? Não parece ser tão fácil assim, mas reconhecer e nutrir esse lugar é essencial para ter relações mais saudáveis e mais coerentes com a rainha maravilhosa que você é!
A pergunta que mais recebemos nesse podcast é a tal da: quando é hora de terminar a relação? como eu sei que quero me separar? Nesse episódio falamos sobre as nossas experiências pessoais não só com os casamentos e separações mas também com outras relações com menor duração. Será que tem um sinal claro de que é hora de colocar ponto final? Sobre limites, autoconhecimento e fins.
Collette Downing já nos disse no livro Complexo de Cinderela: não importa o que você faça, quanto sucesso você tenha, nós mulheres ainda sim vamos esperar um príncipe nos salvar. Parece que não importa o que a gente faça tem sempre aquela história: e o relacionamento como tá, e os crush, e o coração? E por conta disso e muito mais a gente sempre concentra tudo nos caras. É o homem que é o centro. E por isso a gente precisa se adaptar, precisa se diminuir, precisa aceitar migalhas, sem a gente sequer perceber lá estamos nós nessa narrativa, nessa enrascada. Será? Mas, calma, tudo na vida tem solução já diria a minha mãe. Tá na hora da gente encarar e gritar: mulher, você é quem importaaaaaaaaa
Casamento: uma instituição falida? Nascer, crescer, arrumar um trabalho, casar e ter filhos. O que acontece quando o que deveria ser parceria vira apenas mais uma caixinha que a gente precisa preencher? Por que casar é sinônimo de poder e sucesso? E como a gente consegue quebrar esse padrão do patriarcado? Será que consegue?
Por onde anda a responsabilidade afetiva? Esse conceito tem sido falado aos montes por aí. A realidade é que, diante da maior liberdade de possibilidades de nos relacionarmos com os outros alguns contornos se perderam e agora estamos em um momento de entender - diante da modernidade líquida existe responsabilidade afetiva?
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