Via Oral

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  • Da ciência ao cuidado: Andrea Sambati (Boehringer Ingelheim) e a jornada do paciente

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    Uma inovação em saúde percorre uma longa jornada antes de se transformar em cuidado. Ela começa na ciência, passa pelo diagnóstico, pela preparação dos profissionais e dos serviços, pelo tratamento e continua com o acompanhamento do paciente.

    No quinto episódio da nona temporada do Via Oral, Paulo Crepaldi recebe Andrea Sambati, presidente da Boehringer Ingelheim no Brasil, para uma conversa sobre os caminhos que conectam inovação, o sistema de saúde e os pacientes.

    No ano em que a companhia completa 70 anos de atuação no país, Andrea apresenta sua visão sobre a importância de cuidar de toda a jornada. A conversa passa pelas parcerias com o SUS, pela abordagem One Health e por iniciativas como Angels, Sprint e AbraçAR, que atuam na capacitação, na organização dos fluxos e na redução do tempo entre a identificação, o diagnóstico e o tratamento.

    O episódio também discute o potencial do Brasil em pesquisa clínica, o uso da inteligência artificial, desde a descoberta de moléculas até o apoio ao diagnóstico, e os avanços científicos em áreas como as doenças fibrosantes do pulmão e a obesidade.

    Andrea ainda compartilha os bastidores de uma carreira construída entre o Brasil, a Alemanha, a Suécia e o Canadá. Ela conta por que não planejou ser CEO desde o início, como diferentes culturas ajudaram a desenvolver adaptabilidade e resiliência e por que acredita que a liderança puramente hierárquica perdeu espaço.

    Ao longo da conversa, uma ideia conecta todos esses assuntos:

    É ao longo da jornada do paciente que a inovação se transforma em cuidado.

    Neste episódio, você vai ouvir:

    • O que a jornada do paciente envolve além do tratamento.
     • Como diagnóstico, capacitação e organização do sistema se conectam.
     • O papel das parcerias com o SUS na construção de novos fluxos de cuidado.
     • Por que Andrea acredita que o Brasil pode estar entre os cinco principais países da Boehringer Ingelheim em pesquisa clínica.
     • Como a inteligência artificial pode aproximar a descoberta científica, a pesquisa e o diagnóstico.
     • Por que a discussão sobre obesidade precisa considerar a saúde metabólica para além da balança.
     • Como experiências internacionais contribuíram para a formação de Andrea como líder.
     • O que executivos precisam desenvolver para liderar em um ambiente de constante transformação.

    Sobre a convidada

    Andrea Sambati é presidente da Boehringer Ingelheim no Brasil. Possui mais de 25 anos de experiência em empresas farmacêuticas orientadas à inovação e já ocupou posições nas áreas de vendas, marketing, estratégia e negócios, em organizações locais e globais na América do Sul, na Europa e na América do Norte.

    Capítulos

    00:00 — Entre a ciência e o paciente
     01:34 — Uma carreira entre Alemanha, Suécia, Canadá e Brasil
     04:44 — Digitalização e continuidade do cuidado na Suécia
     08:34 — Os 70 anos da Boehringer Ingelheim no Brasil
     11:46 — One Health e parcerias com o SUS
     14:54 — Como encurtar a jornada do diagnóstico
     16:35 — Liderança, cultura e 1.600 colaboradores
     18:25 — Andrea planejou ser CEO?
     23:23 — Pesquisa clínica e o potencial do Brasil
     28:06 — Inovação em doenças fibrosantes do pulmão
     31:49 — Obesidade e saúde metabólica além da balança
     35:07 — Inteligência artificial, pesquisa e diagnóstico
     37:44 — A liderança necessária para o presente e o futuro
     39:12 — O que permanece depois da atuação?

    Compartilhe este episódio com alguém que também trabalha para aproximar a ciência, o sistema de saúde e o cuidado.

    Aviso: episódio gravado em 4 de agosto de 2026. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui orientação médica. Informações científicas, regulatórias e relacionadas ao desenvolvimento de terapias refletem o contexto disponível na data da gravação.

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    37 min
  • Débora Schultz (Roche Diagnóstica): "paciente no centro" virou clichê — como medir de verdade

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    A diabetes é uma das condições mais conhecidas do mundo. Ainda assim, segundo a OMS, o número de pessoas vivendo com diabetes saltou de cerca de 200 milhões nos anos 90 para perto de 830 milhões — e mais da metade não trata como deveria. No Brasil, a IDF estima 16,6 milhões de adultos com a condição, com prevalência de 10,6%. Se o awareness já é altíssimo, por que ainda é tão difícil manejar isso na vida real?

    No S09E04 do Via Oral, Paulo Crepaldi recebe Débora Schultz, Diretora Comercial de Near Patient Care (NPC) da Roche Diagnóstica — executiva com 25 anos de indústria e uma carreira transversal (sellout, trade, shopper marketing, estratégia comercial, varejo, OTC) que prefere chamar de complementaridade.

    É uma conversa sem firula corporativa. Débora explica por que "paciente no centro" só sai do discurso quando muda a forma como você mede performance — "mais do que vendas em reais e em volume, quantos pacientes a gente de fato atinge"; conta o relato que mais a marcou sobre o sensor com IA Accu-Chek Smart Guide, de um paciente que, em 28 anos convivendo com diabetes, dormiu a noite inteira pela primeira vez; abre a maior licitação de diabetes do país (Prefeitura de São Paulo) e como o dado vira adesão; e separa o que é tecnologia do que é proximidade no novo varejo farma — "não é loja ou e-commerce, é loja e e-commerce".

    Tem ainda o lado humano da liderança: a competência que ela considera inegociável (inteligência emocional, aprendida "na dor"), e o que é inaceitável no time dela — não trazer a verdade à mesa.

    Para decisores das indústrias farmacêutica, de dispositivos médicos, varejo farma, healthtech e áreas comercial e médica, este episódio vale os ~37 minutos.

    Capítulos

    00:00 — Cold open: acesso, educação e adesão — as três questões 00:51 — Paulo abre: 16,6 milhões de brasileiros com diabetes (IDF) 01:55 — O que é Near Patient Care dentro da Roche Diagnóstica 02:59 — Carreira transversal = complementaridade ("fui forjada no pharma") 04:29 — O olhar de jornada do paciente (e o peso do poder aquisitivo) 06:03 — Dados, associações e LGPD: como a Roche enxerga o paciente 07:03 — As eras do mercado: do transacional à inteligência artificial 09:37 — A crença que mudou: o poder da loja x a explosão do digital 10:40 — Letramento em IA dos executivos: "ainda estou no elementar" 11:41 — Linha do tempo: uma palavra de aprendizado por fase 13:24 — OMS: de 200M para 830M · e metade não se trata 13:57 — Awareness alto, manejo difícil: onde está o gargalo 15:27 — A maior licitação de diabetes do país é da Roche (Prefeitura de SP) 16:53 — "Paciente no centro": como tirar isso do discurso 17:57 — O KPI que mudou: número de pacientes atendidos 19:04 — Accu-Chek: automonitoramento por tiras e por sensor 19:58 — Accu-Chek Smart Guide: o sensor com IA (4 meses de mercado) 21:40 — O relato que mexeu: dormir a noite inteira em 28 anos 23:39 — Onde a jornada quebra: acesso e custo (assinaturas e combos) 24:45 — Philips FHI Brasil: 85% acolhem tecnologia, 49% temem perder o médico 25:21 — Interoperabilidade: a plataforma que o paciente divide com o médico e o cuidador 26:57 — World Review (IQVIA): a força do e-commerce no varejo farma 27:47 — A farmácia como hub recorrente: loja E e-commerce 29:39 — Omnichannel sem "ser o chato da vez": CRM e régua de contato 31:18 — Mito ou verdade: 4 frases sobre acesso e canais 33:22 — Conteúdo para a classe médica: o fim da visita padrão 34:53 — A competência inegociável: inteligência emocional 36:01 — O inaceitável no time: não trazer a verdade para a mesa 36:41 — Síntese: a saúde mais tecnológica ou mais próxima? Precisa das duas

    Citados no episódio: IDF (International Diabetes Federation), OMS, Roche Diagnóstica, Near Patient Care, Accu-Chek, Accu-Chek Smart Guide, Prefeitura de São Paulo, Philips Future Health Index Brasil, IQVIA (World Review), Mercado Livre, Amazon, LGPD.

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    39 min
  • Vinícius Nasr — Amplifier AI: a imagem já existe, o gargalo é a decisão

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    A imagem médica já é excelente há anos. Então por que a decisão cirúrgica ainda depende tanto da experiência individual de cada cirurgião? É por aí que Paulo Crepaldi começa a conversa com Vinícius H. Nasr, que lidera a operação comercial do Brasil e da América Latina da Amplifier AI.

    A tese do episódio é direta: não basta ver melhor — é preciso planejar e decidir melhor. Falamos sobre o gêmeo digital (a reconstrução 3D da tomografia do próprio paciente), sobre como a IA faz o trabalho bruto enquanto o médico segue como decisor final, sobre a confiança em IA clínica, e sobre por que o maior concorrente da inovação em saúde não é outro software — é o hábito.

    ⚠️ Os números citados (redução do tempo de planejamento, melhoria na compreensão anatômica e mudança de conduta) são dados apresentados pela Amplifier AI, incluindo um estudo conduzido em parceria com o Instituto Dante Pazzanese.

    🎧 Ouça no Spotify, no Apple Podcasts e nas demais plataformas. Acompanhe @viaoral no Instagram.

    ⏱️ CAPÍTULOS

    00:00 Os números que abrem o episódio

    00:52 Quem é Vinícius Nasr e o que é a Amplifier AI

    02:54 O gargalo real: imagem x decisão

    04:34 As dores do cirurgião vascular

    08:00 O diferencial: 30+ medições automáticas

    10:36 A analogia do Waze

    14:00 Como se valida o gêmeo digital (e a alucinação da IA)

    16:00 TAVI, categoria 2 na Anvisa e produto agnóstico

    22:00 A origem da Amplifier (a história do fundador)

    23:30 Por que o Brasil? Anvisa, FDA e São Paulo

    25:57 Os números: 50%, 89% e 1 em cada 3 condutas mudadas (dados Amplifier)

    28:03 Cardiopatia congênita: um caso real

    29:47 O maior concorrente é o hábito

    30:33 O fechamento: o hospital do futuro

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    34 min
  • Vlademir Carvalho - Cristália: a aposta e o varejo Farma

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    O varejo farma brasileiro cresce perto de 10% ao ano. Mas o consumidor sente mais pressão de custo, mais fricção de acesso e decide em jornada fragmentada — e o e-commerce farma, pela primeira vez, superou 2 dígitos de market share. A pergunta já não é só sobre como vender mais; é sobre como liderar melhor.

    No S09E02 do Via Oral, Paulo Crepaldi recebe Vlademir Carvalho, Vice-Presidente Executivo do Cristália — executivo com mais de 3 décadas de indústria, passou por Johnson & Johnson, Galderma, Abbott, e há 5 anos lidera o reposicionamento da farmacêutica brasileira que produz 60% dos próprios IFAs no Brasil (vs média da indústria de 10%) e investiu mais de R$110 milhões no projeto da polilaminina — molécula da Dra. Tatiana (UFRJ) para tratamento de lesão medular completa.

    É uma conversa sem firula corporativa. Vlademir compara o varejo farma a "um sapo na água morna que a hora que vê tá morto"; admite que a crença sobre relacionamento, depois de 30 anos, "tem poder, mas não tanto poder assim"; critica o modelo de liderança "general e soldado" que ele mesmo viu na Johnson & Johnson em 1990; e separa inovação real de "despejar produto pra fazer faturamento".

    Para decisores em indústria farmacêutica, medical devices, varejo farma, hospitais e healthtech B2B, este episódio vale os 46 minutos.

    Capítulos

    00:00 — Cold open: o quanto o que eu faço está conectado com o propósito
    00:46 — Paulo abre: o paradoxo do varejo farma brasileiro
    01:57 — O sapo na água morna: o varejo farma mudou
    06:07 — IQVIA: 56% de crescimento digital em 2 anos
    08:31 — O que pesa mais na relevância: não é preço
    12:12 — A decisão de descontinuar: suplementos vs marca própria
    14:13 — Revisando a crença do relacionamento
    16:05 — O que um líder de 30 anos ainda costuma errar
    18:34 — O que parou de admirar nos gestores
    21:00 — A pressão do bem · o líder não é o bonzinho
    22:14 — Força de vendas: representante que pensa por conta própria
    28:12 — O segredo do sucesso é 99% de dedicação
    29:01 — Inovação não é quantidade de lançamento
    31:50 — Polilaminina: o elefante na sala
    33:36 — Polilaminina foi oferecida a multinacionais que disseram não
    41:53 — 60% dos IFAs no Brasil · vs média de 10%
    42:41 — COVID: 80% das intubações com kit Cristália
    43:59 — Cristália investiu R$110M em polilaminina
    45:00 — Síntese: liderar é decidir onde ser relevante

    Citado no episódio: TIC Saúde, IQVIA, Johnson & Johnson, Galderma, Abbott, Mercado Livre, Novo Nordisk, Eli Lilly (Ozempic, Monjaro), UFRJ, Dra. Tatiana, Dr. Ogari Pacheco.

    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20, só áudio. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    47 min
  • Thiago Bonfim — Caren: engajamento e IA

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    92% dos estabelecimentos de saúde no Brasil já usam sistema eletrônico. 85% dos líderes globais do setor exploram IA. E, ao mesmo tempo, a sinistralidade continua subindo. A conta não fecha.

    No episódio que abre a Temporada 9 do Via Oral, Paulo Crepaldi recebe Thiago Bonfim, CEO e founder da Caren — healthtech fundada em 2018 que opera com protocolos médicos gamificados e IA dentro de operadoras, corporates (NR-1) e do governo (BNDES).

    É uma conversa em primeira pessoa, sem firula corporativa. Thiago explica por que "linha de cuidado demora 2 a 3 anos para dar resultado" é uma verdade que o mercado aceitou e não é verdade; como a Caren economizou mais de R$ 14 milhões em 3 anos para uma operadora parceira; como chegou em parceria oficial com a InterSystems (empresa por trás do prontuário Epic, usado em 70% do mercado americano) depois de ter dito "não" ao primeiro convite em 2024; e por que abriu sede no Reino Unido — em Leeds, via Universidade de Leeds.

    Admite também o que não cabe em deck corporativo: o conselho ruim que seguiu na pandemia com a Carimbola (2 milhões de usuários em 48 horas), o erro estratégico com a InterSystems, e que "marketing, nome e branding" nunca foi o forte da Caren.

    Se você é decisor em Farma, medical devices, operadora ou hospital e tem linha de cuidado para contratar, renovar ou descartar nos próximos 12 meses — esse episódio vale os 52 minutos.

    Capítulos

    00:00 — Abertura: por que a saúde digital não virou cuidado
    02:30 — Thiago Bonfim entra em cena
    04:30 — Interoperabilidade e o silo de dados
    06:40 — A origem da Caren: o gato e a intoxicação por lítio
    10:00 — De telemedicina a protocolos
    12:00 — O que a Caren faz: engajamento, não mais um app
    13:00 — Case BNDES/FAPS: 76% de movimento no primeiro trimestre
    15:00 — "Se não deu em 90 dias, você contratou errado"
    16:30 — Gamificação como classificação de risco
    20:00 — Atenção primária e os 80% da OMS
    22:00 — NR-1: porta de entrada no corporate
    25:30 — Informação é poder na mesa de negociação
    27:00 — Propósito precisa de prova científica
    29:00 — R$ 14 milhões: como a conta se faz
    32:00 — Pitch de 40 segundos para o CFO
    33:00 — InterSystems: do não de 2024 ao estande de 2026
    35:30 — Por que Leeds e não Londres
    40:15 — HIMSS 2026: maturidade da IA em saúde
    41:45 — Novo produto: Care Saúde para o SUS
    44:00 — Pior conselho: a Carimbola na pandemia
    45:45 — 3 perguntas antes de contratar IA em saúde
    48:00 — Síntese: dado em cuidado acionável
    51:30 — Caren está com rodada aberta

    Citado no episódio: TIC Saúde 2024, McKinsey, OMS, Bruno Borghi (BSS), InterSystems, Epic, NHS, Nexus / Universidade de Leeds, Apex Brasil, Softex.

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    39 min
  • O Novo Radar dos Negócios com Fabio Neto da StartSe

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    Último episódio do ano e encerramento da Temporada 08 do Via Oral.
     
    Paulo Crepaldi recebe Fábio Neto (sócio da StartSe), executivo com mais de 25 anos de experiência em grandes empresas do varejo, investidor e conselheiro de negócios em alimentação, saúde, agro e fintech — e autor do best-seller “O Novo Radar dos Negócios”.
     
    Neste papo, a gente conecta China, algoritmos e Inteligência Artificial ao que realmente importa para quem lidera: estratégia com execução, leitura de sinais e construção de vantagem num mundo onde a disputa é por atenção, relevância e velocidade.
     
     O que você vai ouvir neste episódio:
     • Por que as “bússolas do passado” ficaram ultrapassadas — e o que entra no lugar
     • O modelo chinês de atenção (socializar → gamificar → vender) e o que ele ensina para negócios de saúde
     • Execução em escala: como transformar sinal em decisão e decisão em entrega
     • IA na prática: por que “prompt mágico” não é o segredo — e sim construir a sua voz e repertório
     
     LINKS PROMETIDOS NO EPISÓDIO
     Fábio Neto (LinkedIn): https://br.linkedin.com/in/fabioo1
     Fábio Neto (Instagram): https://www.instagram.com/fabio_neto_/
     Livro “O Novo Radar dos Negócios” (Amazon): https://a.co/d/3hDxlZz

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    46 min
  • Envelhecer virou estratégia de negócios em saúde com Dra. Cláudia Lopes

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    O Brasil está envelhecendo antes de enriquecer – e em velocidade recorde. Até 2030, devemos passar de 3 para 11 milhões de pessoas com mais de 80 anos, uma faixa etária que pode custar até 5 vezes mais ao sistema de saúde do que os idosos mais jovens. Ao mesmo tempo, entre 10% e 15% da carteira consomem cerca de 70% dos recursos. Não é mais um tema epidemiológico: é um vetor estratégico de negócio. 

    Neste episódio do Via Oral, Paulo “PC” Crepaldi conversa com a Dra. Cláudia Lopes, geriatra, cardiogeriatra, CEO da SETE Consultoria e cofundadora da K.AI Saúde, sobre como transformar a longevidade em estratégia – e não em bomba-relógio.

    Instagram da Dra. Cláudia - https://www.instagram.com/geriatraclaudia/

    Eles falam sobre:

    • Por que o Brasil está invertendo a pirâmide etária tão rápido – e o que isso significa para gestores públicos e privados.
    • O custo real da última década de vida e o desafio de reduzir os anos de incapacidade.
    • Como provar ROI da longevidade: estratificação de risco, gestão de crônicos e redução de eventos evitáveis.
    • A falência do modelo fee-for-service num país com menos gente produtiva financiando mais gente idosa.
    • Modelos baseados em valor, pagamento por desempenho e o exemplo de protocolos que já reduziram as jornadas de cuidado de 3 meses para 12 dias.
    • Três passos práticos para sair do modelo reativo e caminhar rumo ao preditivo.
    • Longevidade no nível individual: músculo, rotina, relações e propósito para aumentar o healthspan, não só o lifespan.
    • A falta de geriatras no Brasil, a formação médica e o papel da IA generativa na prática clínica e na gestão.

    No fim, o episódio condensa uma tese simples e poderosa:

    "Medir certo, executar de forma simples e financiar o que realmente importa — pagar por desfecho, não por consulta."

    Dá o play, manda para quem decide o orçamento em saúde e ajuda a transformar atividade em valor.

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    43 min
  • Omnichannel que funciona na prática com Reinaldo Capezzuto

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    Neste episódio, exploramos a diferença entre multicanal e omnichannel (integração real de canais), como evitar desperdício de recursos e desenhar jornadas com objetivos e KPIs claros. 

    Reinaldo detalha o papel do representante como “orquestrador de canais”, casos de uso (ex.: convites híbridos que dobraram as inscrições em um evento na Alemanha), e-mail bem feito (conteúdo enxuto + CTA apontando para um hub próprio) e personalização em escala via Next Best Action/Experience. Falamos ainda de CRM de verdade, unificação de plataformas, GEO (Generative Engineering Optimization) versus SEO em tempos de buscas conversacionais, por que o Customer Engagement (ação) deve orientar a estratégia (e não apenas o Customer Experience/percepção) e quais novos papéis podem acelerar a maturidade digital (Customer Engagement & Insights e Content Strategy Manager). 

    Fechamos com práticas de IA no dia a dia (como Copilot, “Present” e coaching de prompts para a força de vendas).

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    37 min
  • O médico que ensinou o celular a ouvir corações — com Dr. Tiago Bignotto

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    Neste episódio do Via Oral Podcast, o cardiologista e ecocardiografista Dr. Tiago Bignotto — fundador do The Valve Club e criador da healthtech SHE — mostra como inteligência artificial e som estão transformando o diagnóstico cardíaco.

    Da inspiração no Plantão Médico de George Clooney à criação de uma IA capaz de identificar doenças cardíacas com mais de 90% de precisão usando apenas o microfone do celular, Thiago compartilha uma jornada que mistura ciência, propósito e disrupção real na medicina.

    Neste papo com Paulo “PC” Crepaldi, você vai entender:

    • Como nasceu o The Valve Club e virou a maior comunidade global de cardiopatia estrutural.
    • O papel da IA na triagem e no diagnóstico precoce de cardiopatias.
    • O desafio de criar tecnologia validada cientificamente e com propósito humano.
    • E por que o médico que abraça a IA não é substituído — é elevado a um novo nível de acurácia.

    Um episódio para quem acredita que a medicina do futuro já pulsa agora.

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    44 min
  • Doenças Raras sem fronteiras com Edson Paixão

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    Neste episódio do Via Oral, Paulo “PC” Crepaldi conversa com Edson Paixão, General Manager da Medison Pharma no Brasil, Região Andina, América Central e Caribe. Falamos sobre como transformar ciência em acesso real para doenças raras — do setup de operações multinacionais à dinâmica regulatória, RDC 205/2017, modelos de incorporação no SUS/Conitec, dados do mundo real, preço e custo-eficiência, além de liderança, cultura e diversidade & inclusão na alta gestão.

    Por que este tema agora? Em maio de 2025, a OMS aprovou a primeira resolução que eleva as doenças raras a prioridade global — reconhecimento histórico para mais de 300 milhões de pessoas afetadas por 7.000+ condições, muitas iniciando na infância. Isso muda a régua de ambição para governos, indústria, hospitais, operadoras e associações de pacientes. Ouça e entenda o que cada elo pode fazer já para que ninguém fique para trás.

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    Via Oral é onde a indústria da saúde pensa em primeira pessoa. Dia 5 e 20. Uma dose oral quinzenal para seus ouvidos.

    41 min

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