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Acho que um dos grande desafios da vida nômade, é a constante adaptação que temos que fazer todo o tempo, ou seja em cada lugar passamos pela divertida e curiosa ação de descobrir o funcionamento do ambiente em que nos encontramos em cada momento, e no nosso caso, passamos por isso quase todo mês.
Confesso que esta adaptação toma um certo tempo da rotina, e em meio ao trabalho e estudo, às vezes isso atrapalha. No entanto, na maior parte do tempo, esta parte é a que eu mais me divirto. Parece que a cada novo lugar eu começo a escrever uma nova história em uma página ainda em branco.
A adaptação do travesseiro, da cama, dos barulhos da casa durante a noite e onde ficam os interruptores. As primeiras vezes que utilizamos a cozinha é uma descoberta total, quando estamos em mais um só na cozinha, ficamos que nem barata tonta batendo cabeça, vão uns tres dias até entendermos onde cada coisa fica.
É quase que uma aventura descobrir onde ficam os estabelecimentos essenciais, como: supermercado, farmácia, quitanda, dentre outros serviços essenciais para o dia a dia.
E, assim, diante de perguntas e respostas descobertas e aventuras, fomos ficando cada vez melhores na arte da adaptação ao novo lar e espaço de vida.
Assim que chegamos já sabemos que temos de descobrir qual o mercado mais próximo, qual a senha do Wi-Fi da nova casa e quais os dias e locais que devemos descartar o nosso lixo.
Ao chegar na casa, parecemos vários bichinhos, abre a porta e sente o cheiro, entra na casa, com o pé direito, não esquece, a não o Daniel que já foi jogador de futebol ensinou que não é com o pé direito que se pisa no campo, na verdade você pisa primeiro com o pé esquerdo, com o pé direito no ar e o esquerdo no chão, faz-se o nome do pai e depois do nome do pai é que pode colocar o pé direito em direção ao campo, e no nosso caso a casa. Ficou confuso? Não esquenta, Daniel pode mostrar para todo mundo dia destes.
Sobre o Projeto
We Go Rompendo Barreiras é um projeto de experiências compartilhadas a partir da vivência de uma família nômade, que vendeu tudo e saiu viajando pelo Brasil.
A jornada seguiu inicialmente sem muito planejamento. E foi com a cara e a coragem que resolveram viajar trabalhando em lugares diferentes. Passam a maior parte do tempo trabalhando, estudando e se desenvolvendo intelectualmente.
Nas horas vagas saem para conhecer os arredores de onde montaram o seu acampamento. Viajam alugando casas pelo AirBnB e por enquanto vão escolhendo os estados próximos de onde estão.
Montam as suas estações de trabalho e estudo em cada local, assim que chegam. E aos poucos buscam a quietude interna em cada espaço para poderem explorar os diversos cantos que existem por aí.
Para se locomover alugam carro através da Localiza, muito mais barato do que manter um motorhome, por exemplo.
Nossos Links e Redes Sociais: https://bit.ly/wegolinks
By Livre, Leve e Dani-se!Acho que um dos grande desafios da vida nômade, é a constante adaptação que temos que fazer todo o tempo, ou seja em cada lugar passamos pela divertida e curiosa ação de descobrir o funcionamento do ambiente em que nos encontramos em cada momento, e no nosso caso, passamos por isso quase todo mês.
Confesso que esta adaptação toma um certo tempo da rotina, e em meio ao trabalho e estudo, às vezes isso atrapalha. No entanto, na maior parte do tempo, esta parte é a que eu mais me divirto. Parece que a cada novo lugar eu começo a escrever uma nova história em uma página ainda em branco.
A adaptação do travesseiro, da cama, dos barulhos da casa durante a noite e onde ficam os interruptores. As primeiras vezes que utilizamos a cozinha é uma descoberta total, quando estamos em mais um só na cozinha, ficamos que nem barata tonta batendo cabeça, vão uns tres dias até entendermos onde cada coisa fica.
É quase que uma aventura descobrir onde ficam os estabelecimentos essenciais, como: supermercado, farmácia, quitanda, dentre outros serviços essenciais para o dia a dia.
E, assim, diante de perguntas e respostas descobertas e aventuras, fomos ficando cada vez melhores na arte da adaptação ao novo lar e espaço de vida.
Assim que chegamos já sabemos que temos de descobrir qual o mercado mais próximo, qual a senha do Wi-Fi da nova casa e quais os dias e locais que devemos descartar o nosso lixo.
Ao chegar na casa, parecemos vários bichinhos, abre a porta e sente o cheiro, entra na casa, com o pé direito, não esquece, a não o Daniel que já foi jogador de futebol ensinou que não é com o pé direito que se pisa no campo, na verdade você pisa primeiro com o pé esquerdo, com o pé direito no ar e o esquerdo no chão, faz-se o nome do pai e depois do nome do pai é que pode colocar o pé direito em direção ao campo, e no nosso caso a casa. Ficou confuso? Não esquenta, Daniel pode mostrar para todo mundo dia destes.
Sobre o Projeto
We Go Rompendo Barreiras é um projeto de experiências compartilhadas a partir da vivência de uma família nômade, que vendeu tudo e saiu viajando pelo Brasil.
A jornada seguiu inicialmente sem muito planejamento. E foi com a cara e a coragem que resolveram viajar trabalhando em lugares diferentes. Passam a maior parte do tempo trabalhando, estudando e se desenvolvendo intelectualmente.
Nas horas vagas saem para conhecer os arredores de onde montaram o seu acampamento. Viajam alugando casas pelo AirBnB e por enquanto vão escolhendo os estados próximos de onde estão.
Montam as suas estações de trabalho e estudo em cada local, assim que chegam. E aos poucos buscam a quietude interna em cada espaço para poderem explorar os diversos cantos que existem por aí.
Para se locomover alugam carro através da Localiza, muito mais barato do que manter um motorhome, por exemplo.
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