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Em Automating Inequality, Virginia Eubanks mostra como a automatização e o uso de algoritmos nos serviços públicos tem reforçado e acelerado desigualdades, com a vigilância e o perfilamento dos pobres. Segundo ela, a automatização dos serviços públicos começou nos anos 1960 nos Estados Unidos e intensificou-se nos últimos anos, criando uma aura de eficiência, objetividade e infalibilidade. Mas, na verdade, isso estaria criando uma versão digital das poorhouses no país, punindo as pessoas por serem pobres. Quais os valores e crenças embutidos nos algoritmos? Como isso tem reforçado as desigualdades? Como confrontar essas lógicas? Eubanks, que é professora de Ciência Política da State University of New York, em Albânia, conversou com DigiLabour sobre esses assuntos presentes em Automating Inequality.
By Rafael GrohmannEm Automating Inequality, Virginia Eubanks mostra como a automatização e o uso de algoritmos nos serviços públicos tem reforçado e acelerado desigualdades, com a vigilância e o perfilamento dos pobres. Segundo ela, a automatização dos serviços públicos começou nos anos 1960 nos Estados Unidos e intensificou-se nos últimos anos, criando uma aura de eficiência, objetividade e infalibilidade. Mas, na verdade, isso estaria criando uma versão digital das poorhouses no país, punindo as pessoas por serem pobres. Quais os valores e crenças embutidos nos algoritmos? Como isso tem reforçado as desigualdades? Como confrontar essas lógicas? Eubanks, que é professora de Ciência Política da State University of New York, em Albânia, conversou com DigiLabour sobre esses assuntos presentes em Automating Inequality.