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No período chamado de Intertestamento, os reis imperialistas estavam inacessíveis à voz dos profetas. A crítica do tempo presente vai, então, se expressar de maneira indireta, mediante visões, metáforas, linguagem enigmática e “revelação” (em grego: apokálypsis). Esta mentalidade ficará conhecida como Apocaliptismo. Assim, enquanto o profeta interpreta a história voltado para o presente – para a exigência de Deus hoje –, o visionário a interpreta com o olhar fixado no transcendente. Se o profeta convoca, exorta, desafia, o apocalíptico alimenta a esperança do povo contra toda esperança. Esta tendência estará no cristianismo e é muito bem percebida no Apocalipse de João.
By Felipe Bagli | Leidy BagliNo período chamado de Intertestamento, os reis imperialistas estavam inacessíveis à voz dos profetas. A crítica do tempo presente vai, então, se expressar de maneira indireta, mediante visões, metáforas, linguagem enigmática e “revelação” (em grego: apokálypsis). Esta mentalidade ficará conhecida como Apocaliptismo. Assim, enquanto o profeta interpreta a história voltado para o presente – para a exigência de Deus hoje –, o visionário a interpreta com o olhar fixado no transcendente. Se o profeta convoca, exorta, desafia, o apocalíptico alimenta a esperança do povo contra toda esperança. Esta tendência estará no cristianismo e é muito bem percebida no Apocalipse de João.