Nesta crônica, Mônica Cunha relembra a fé vivida dentro de casa, marcada pelo silêncio, pelas orações e pela presença da avó. A narrativa percorre memórias da Sexta-feira da Paixão, ressignifica os rituais da infância e mostra como o amor e a simplicidade moldaram sua forma de acreditar. Entre lembranças e reflexões, o episódio revela que a fé pode ser construída no cotidiano e permanecer mesmo quando tudo muda.