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Antes de vir para esta conversa, tentei marcar uma mesa naquele que é, muito provavelmente, o restaurante mais concorrido de Lisboa. Entrei na aplicação e procurei um lugarzinho, pouco importava se ao almoço ou ao jantar. Procurei em junho, e nada. Procurei em julho, também nada. E em Agosto, já adivinharam: nada.
Quem já foi ou já ouviu falar d’O Velho Eurico, sabe que é praticamente impossível conseguir uma reserva mesa. E é por isso que todos os dias há pessoas que se predispõe a esperar numa fila, por vezes mais de duas horas, por um lugar à mesa. Numa altura em que tanto se fala de crise da restauração, O Velho Eurico continua a ser um fenómeno.
O convidado do 4.º episódio do podast Sem Reservas tem 28 anos, mas tinha 21 quando se juntou a um amigo, Fábio Algarvio, e decidiu dar continuidade a uma casa com mais de 40 anos de história. Hoje é fácil dizer que foi coragem, mas talvez na altura muita gente achasse que foi inconsciência.
Eis Zé Paulo Rocha, Sem Reservas.
By Nelson MarquesAntes de vir para esta conversa, tentei marcar uma mesa naquele que é, muito provavelmente, o restaurante mais concorrido de Lisboa. Entrei na aplicação e procurei um lugarzinho, pouco importava se ao almoço ou ao jantar. Procurei em junho, e nada. Procurei em julho, também nada. E em Agosto, já adivinharam: nada.
Quem já foi ou já ouviu falar d’O Velho Eurico, sabe que é praticamente impossível conseguir uma reserva mesa. E é por isso que todos os dias há pessoas que se predispõe a esperar numa fila, por vezes mais de duas horas, por um lugar à mesa. Numa altura em que tanto se fala de crise da restauração, O Velho Eurico continua a ser um fenómeno.
O convidado do 4.º episódio do podast Sem Reservas tem 28 anos, mas tinha 21 quando se juntou a um amigo, Fábio Algarvio, e decidiu dar continuidade a uma casa com mais de 40 anos de história. Hoje é fácil dizer que foi coragem, mas talvez na altura muita gente achasse que foi inconsciência.
Eis Zé Paulo Rocha, Sem Reservas.