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estoicismo 2.0
Escuta com atenção, não com pressa.
Conversemos sobre a angústia, esse peso invisível que dobra os ombros dos que correm sem saber para onde.
A angústia não é dor física, nem tristeza definida. É o nó que se forma entre o desejo de controlar o mundo e a impotência diante dele. É o vazio que cresce quando nos afastamos da razão e permitimos que o ruído do mundo ocupe o lugar da consciência.
A angústia não é nova. Os romanos sentiam-na. Os gregos suspiravam por ela. Mas o vosso tempo tornou-a um hábito, uma rotina silenciosa, constante, disfarçada de normalidade.
Homens e mulheres acordam ansiosos. Antes mesmo de se levantarem, já estão expostos a comparações.
As redes sociais oferecem vidas editadas. Todos parecem felizes, bem-sucedidos, inabaláveis. E tu? Olhas para ti, sentes falta de algo e não sabes o quê.
Esta angústia nasce quando acreditas que precisas ser igual aos outros. Esqueces que cada caminho é único e que a virtude não se mede por gostos virtuais nem aplausos.
Os jovens têm medo de falhar. De não encontrar trabalho. De não agradar aos pais. De não saber o que querem.
O medo da incerteza é antigo e o antídoto é simples. Cultivar a distinção clara entre o que depende de ti e o que não depende. Esse é o eixo da liberdade interior.
A angústia também se disfarça de excesso. Há quem tenha tudo, conforto, tecnologia, distrações, mas sente um vazio que não se preenche.
By João Zarcoestoicismo 2.0
Escuta com atenção, não com pressa.
Conversemos sobre a angústia, esse peso invisível que dobra os ombros dos que correm sem saber para onde.
A angústia não é dor física, nem tristeza definida. É o nó que se forma entre o desejo de controlar o mundo e a impotência diante dele. É o vazio que cresce quando nos afastamos da razão e permitimos que o ruído do mundo ocupe o lugar da consciência.
A angústia não é nova. Os romanos sentiam-na. Os gregos suspiravam por ela. Mas o vosso tempo tornou-a um hábito, uma rotina silenciosa, constante, disfarçada de normalidade.
Homens e mulheres acordam ansiosos. Antes mesmo de se levantarem, já estão expostos a comparações.
As redes sociais oferecem vidas editadas. Todos parecem felizes, bem-sucedidos, inabaláveis. E tu? Olhas para ti, sentes falta de algo e não sabes o quê.
Esta angústia nasce quando acreditas que precisas ser igual aos outros. Esqueces que cada caminho é único e que a virtude não se mede por gostos virtuais nem aplausos.
Os jovens têm medo de falhar. De não encontrar trabalho. De não agradar aos pais. De não saber o que querem.
O medo da incerteza é antigo e o antídoto é simples. Cultivar a distinção clara entre o que depende de ti e o que não depende. Esse é o eixo da liberdade interior.
A angústia também se disfarça de excesso. Há quem tenha tudo, conforto, tecnologia, distrações, mas sente um vazio que não se preenche.